quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Hipervigilância à dor: um inimigo oculto para a coluna

Você tem aquela dor lombar que persiste? Elas incidem em cerca de 80% da população em algum momento da vida. Muitos evoluem para a melhora em semanas e outros têm a chamada dor crônica.
Com dores persistentes, os pacientes ficam mais  susceptíveis a ficar “escaneando” o tempo todo o corpo com o objetivo de adotar posturas  e sensações que julgam não ser  ameaçadoras para a piora do quadro de dor. Porém, este excesso faz com que o corpo fique ligado (hipervigilante)  trazendo com o tempo uma série de complicações para a funcionalidade dos movimentos como abaixar, deitar, levantar da cadeira, subir escadas, caminhar; os músculos responsáveis pelo sustentação e movimento se tornam rígidos e hipersensíveis.
O paciente fica no ciclo vicioso, achando que se alguém mexer ou se ele realizar o movimento vai piorar o quadro de dor, pelo contrário a intervenção precoce de tratamento é a chave do sucesso para melhora. É importante os pacientes passarem por uma criteriosa avaliação para classificar o problema e  que seja determinada qual a melhor estratégia de tratamento, baseado na estratégia do controle do  movimento associada à devolução da auto confiança. Este modelo aborda estratégias de respiração, relaxamento, controle do movimento, exercícios  estratégicos e terapia manual.

Luiz Fernando Sola é fisioterapeuta responsável pelo ITC Vertebral Sorocaba e do Núcleo de Estudo da Postura e Pé do Instituto Krion.

www.institutokrion.com.br

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

SUA POSTURA A PASSOS LARGOS

Quer saber por que você tem dor no pé, joelho, quadril ou coluna?
Andar é uma das primeiras capacidades que desenvolvemos, em geral, antes de um ano e meio. Por ser corriqueira e não requerer propriamente um aprendizado, a atividade, muitas vezes, não recebe a devida atenção. Porém, passadas mal dadas podem trazer, ao longo do tempo, sérias consequências para a saúde, como dores nos pés, pernas e na coluna. Isso ocorre basicamente porque são os pés que dão o sustento básico ao nosso corpo.
Luiz Fernando Sola, fisioterapeuta responsável pelo núcleo de Estudo da Postura e Pé do Instituto Krion, explica que toda vez que caminhamos transferimos o peso de uma perna para a outra. O impacto que o pé recebe a cada passo se propaga como uma onda, dissipando-se pela canela, pela bacia, até chegar à coluna. "A forma como pisamos e o tipo de pé pode alterar o modo como recebemos esses choques, e se estiverem mal alinhados podem sobrecarregar certas articulações e tendões", afirma Luiz Sola. 
Quando apresentamos um desequilíbrio neste pé, toda a pisada fica comprometida e surgem uma série de compensações e desvios ascendentes, que podem gerar dores, enrijecimentos, contraturas musculares, limitações dos movimentos e o aparecimento de várias patologias no joelho, quadril, coluna vertebral além do próprio pé.
Para se chegar a causa e tratar destes desvios e dores, é necessário realizar um estudo detalhado da sua pisada e postura.
Como identificar seu tipo de pisada e postura?
Mapear em detalhes como é o seu pé, tipo de pisada e como está o alinhamento corporal do seu corpo, é a função do moderno exame computadorizado chamado Baropodometria. Os dados são captados a partir de uma plataforma onde o paciente faz a caminhada. Sensores registram as diferentes pressões nos pés com o paciente parado ou caminhando. Os dados são enviados para a análise computadorizada que mostram pressões máximas e médias; quanto mais vermelho, maior a força, distribuição de peso entre os pés, estabilidade, equilíbrio e tipo de pé e postura.
Bastante solicitado para crianças e adolescentes em formação e em adultos e idosos que já tenham queixa de dor, é indicado também de forma preventiva antes de iniciar uma atividade física.
Como é o tratamento?
A partir deste diagnóstico e informação, é possível realizar a montagem de Palmilhas Personalizadas de acordo com a individualidade de cada pé, que podem ser POSTURAL (corrigindo alterações posturais, estruturais, melhorando dores e disfunções) ou ESPORTIVA (direcionada a atletas, visando maior conforto, redução de lesões e desempenho durante a atividade física).
Elas são fabricadas com material termomoldável que molda toda a estrutura do pé. São bem leves e finas, além de serem adaptáveis na maioria dos calçados fechados.
Com tanta tecnologia podemos assim intervir precocemente tratando a causa ou prevenindo estes problemas que podem ser uma simples bolha, unha encravada, até os desgastes nas articulações e inflamações na planta dos pés. Sola explica que este exame é realizado de preferência junto com uma avaliação postural para determinar qual atuação preventiva e terapêutica deverá ser indicada.
Algumas indicações
Alterações posturais (Escoliose, Hipercifose, Hiperlordose); Perna mais curta (Discrepância de membros inferiores); Alterações dos arcos (Pé planos-chato, cavos); Calcâneo varo e valgo (Calcanhar desabado); Esporão de calcâneo; Fascite plantar; Tendinites; Metatarsalgias; Neuroma de Morton; Hálux valgo (Joanete); Dores na coluna vertebral (lombar, torácica e cervical); Hérnia de Disco; Artroses tornozelo, joelho, quadril; Periostite e fraturas de estresse (Canelite); Condromalácia patelar.
INSTITUTO KRION - NÚCLEO DE ESTUDO DA POSTURA E PÉ
Rua Mário Campolim, 627 - Parque Campolim - Sorocaba - SP
(15) 3212-4700 / 3211-2393
Dr. Luiz Fernando Sola
www.institutokrion.com.br

quarta-feira, 4 de março de 2015

Porquê minhas dores nas costas não melhoram ?

Hoje em dia existe um arsenal de métodos e técnicas de tratamento para patologias da coluna. Às vezes opta-se pelo controle da dor por meio de medicamento, fisioterapia,  cirurgia - minimamente invasiva ou não,  métodos e técnicas posturais entre outros. Porém muitos não evoluem para uma melhora ou mesmo a cura do mesmo.  Às  vezes  há uma melhora do quadro , porém pode regredir. Então porquê  alguns tratamentos não dão certo ?
A resposta está na abordagem de como se deve classificar um paciente com dores originadas da coluna vertebral.
Este Sistema de Classificação em Subgrupos é hoje uma tendência mundial de como se deve abordar e tratar. Em Sorocaba este Sistema de Classificação vem sendo aplicado pelo Instituto Krion em parceria com o ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna).  Através de anos de estudo e pesquisas os nortes americanos chegaram à conclusão que se não houver um Sistema de Classificação em Subgrupos no tratamento de coluna, a chance de não dar certo aumenta. Este sistema de tratamento foi desenvolvido no começo dos anos 90 pelo Fisioterapeuta e Doutor Anthony Delitto, hoje chefe do Departamento de Fisioterapia da Universidade de Pittsburgh nos USA.  Trata-se de um Sistema que pode ser definido resumidamente com uma abordagem de como se deve tratar um problema de coluna, seja ele agudo ou crônico.  Após identificação do diagnóstico feita pelo médico que pode ser uma Hérnia de Disco, protrusão discal, artrose de coluna, dor no nervo ciático entre outras patologias da coluna, é dever do fisioterapeuta na hora de tratar ou reabilitar, classificar sua dor e aplicar corretamente todo o arsenal de técnica e métodos terapêuticos que temos para total eficiência na resolução do problema. Nesta abordagem explica o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola, o profissional faz uso de uma avaliação minuciosa para identificar qual o tratamento fisioterápico adequado de acordo a funcionalidade da coluna vertebral, sinais e sintomas que, se presente, podem ser classificados e aplicando corretamente as técnicas adequadas de acordo  com os  grupos de tratamento estabelecidos pelo sistema. A vantagem de o paciente ser submetido a este tipo de abordagem é que suas chances de melhora são extremamente significativas, aumentando a possibilidade de cura, pois hoje existem tratamentos que são aplicados no momento errado explica o fisioterapeuta Luiz Sola. Quanto mais critérios forem identificados na avaliação, mais precisa será a classificação do paciente no Sistema de Subgrupos.No sistema de classificação, o objetivo é classificar o paciente em quatro subgrupos distintos. Manipulação da Coluna Vertebral “ técnicas realizadas com as mãos para devolver o alinhamento e funcionalidade da coluna”, Estabilização Segmentar da Coluna Vertebral “exercícios específicos para reeducar e fortalecer os músculos profundos da coluna”, Movimentos Específicos “técnicas para relaxar e melhorar mobilidade das articulações, músculos e ligamentos da coluna” , Tração Computadorizada “uso de aparelhos de alta tecnologia e  precisão, utilizados para  descomprimir estruturas que estejam comprimindo os discos vertebrais ou nervos da coluna”.  O tratamento é direcionado de acordo com a classificação dos subgrupos. Por exemplo, quando o paciente é classificado no subgrupo manipulação, ele receberá técnicas de manipulação vertebral para a coluna. Quando o paciente é classificado no subgrupo de estabilização, será tratado com exercícios de estabilização vertebral e assim por diante sendo eles isolados e ou todos ao mesmo tempo dependendo da subclassificação. Para cada subgrupo existe um protocolo de tratamento baseado em evidências científicas que deve ser considerado. O tempo do tratamento depende muito do caso. Certos grupos podem ter uma resposta imediata ao tratamento, enquanto outros podem demorar algumas semanas para ou meses para melhorar.
http://www.institutokrion.com.br/itc_vertebral.html


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Livro tem como tema tipos de doenças da coluna

Dados do IBGE apontam que as dores nas costas são a terceira maior causa de aposentadoria e a segunda de licença ao trabalho. No Brasil, já são mais de 6,5 milhões de pessoas com hérnia de disco. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população mundial terá um episódio de dor na coluna na vida. O alto número de aposentadorias e afastamentos causados por doenças da coluna está diretamente ligados aos hábitos da vida moderna, como falta de exercícios e manutenção de posturas por longos períodos de tempo. Fatores como obesidade, sedentarismo, estresse e envelhecimento também podem favorecer o aparecimento de doenças causadoras de dores nas costas. As patologias da coluna ganharam destaque em um livro independente produzido por 27 profissionais da saúde de diversos locais do país.  A obra "Hérnia de disco e a dor ciática - Como prevenir, como tratar, como conviver" foi  lançada no dia 11 de fevereiro no Instituto Cohen São Paulo.  O evento contou com palestra e sessão de autógrafos do autor e organizador da obra, fisioterapeuta Helder Montenegro, um dos maiores especialistas no tratamento da coluna vertebral do Brasil além dos profissionais que participaram da elaboração do livro que conta com presença do  fisioterapeuta Luiz Fernando Sola.
Ao descrever de forma prática e objetiva os diversos tipos de doenças da coluna, suas formas de prevenção e tratamento, o livro tem como objetivo despertar o interesse da sociedade sobre o tema. O material, que conta com a participação de profissionais de fisioterapia, medicina e educação física, também tem a intenção de servir como ferramenta de consulta ao alcance de qualquer leitor, por meio de linguagem popular e ilustrações que simplificam o conteúdo.
Alerta para os riscos
O fisioterapeuta Luiz Fernando Sola que pertence  Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABR Coluna), explica que a intenção da obra é alertar a população para os riscos aos quais a coluna está sujeita. A relação de todas as doenças que acometem a coluna vertebral está contida nas 296 páginas da edição, assim como as diferentes possibilidades de tratamento, orientações e dicas de postura que podem ser facilmente aplicadas no cotidiano. “A ideia é oferecer mais informação ao paciente, desmitificando a gravidade ou não do problema de coluna, como esclarecer que a dor lombar é comum e que todas as pessoas provavelmente irão passar pelo menos uma vez na vida por esse fenômeno e que elas podem levar uma vida normal, independente de ter uma patologia na coluna”, afirma Luiz Fernando Sola.


Mais informações sobre o livro no:www.herniadedisco.com.br