segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Hérnia de Disco e Dor Ciática -Tratamento por descompressão pode ser a solução

A expressão dor no nervo ciático “ciatalgia” é normalmente usada para descrever uma dor que se propaga geralmente em uma perna quando este está sendo comprimido ou pinçado. Em adição à dor, pode haver formigamento, falta de sensibilidade e evoluir para dificuldade de movimentação e controle da perna. Pode ser sutil, aguda, como uma queimação ou acompanhada por choques intermitentes. Este incômodo doloroso pode iniciar na região lombar, passar pela nádega e ir para região lateral da perna e pé. Embora relatada geralmente como uma doença, na verdade a dor ciática é um sintoma, na maioria dos casos, ocasionado por uma hérnia de disco ou protrusão discal. A hérnia de disco  acontece , quando o disco que está localizada entre as vértebras da coluna,  migra de seu local, centro, para a periferia, em direção ao canal medular ou para os espaços por onde saem as raízes nervosas, levando a compressão das raízes nervosas que chamamos de nervo.  Acontece tanto na região lombar como na cervical também. Isso pode gerar dor no local, com irradiação no trajeto da estrutura nervosa que percorre em direção aos membros inferiores ou superiores. A dor pode ser intensa e é sentida em atividades bem simples, como ficar de pé, andar, exercer as atividades de trabalho e de vida diária e até mesmo pequenos esforços, como espirrar. Várias são as opções de tratamento para a hérnia de disco e a dor  ciática. Alguns optam pelo controle da dor por meio de medicamentos,  fisioterapia ou cirurgias - minimamente invasivas ou não, outros optam pelo tratamento por descompressão do  nervo sem cirurgia. Porém, muitos concordam que em boa parte destes casos são tratáveis e a cirurgia é em último caso. Pesquisas realizadas nos EUA mostram que técnicas de tração, descompressão dinâmica e estabilização, vêm sendo usadas com sucesso durante anos no tratamento das discopatias da coluna vertebral como as hérnias de disco. 
O tratamento por descompressão sem cirurgia é indicada principalmente quando a dor não responde a outros tratamentos, relata o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola do ITC Vertebral. Nesses casos, temos o cuidado de indicar um tratamento chamado RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral), que é a aplicação de um protocolo de técnicas e métodos de descompressão e tração, que não são agressivos como todos pensam. O diferencial deste programa está no uso de tecnologia. Utilizamos  mesa de tração chamada TRITON DTS. Este equipamento apresenta a biotecnologia mais avançada do mundo na área da reabilitação de coluna, pois garante uma progressão segura, suave, confortável e precisa durante todo o processo de descompressão dos tecidos que envolve a coluna e que estão  pressionando o nervo. Este equipamento permite que o fisioterapeuta realize e ajuste as variáveis como velocidade, intensidade e tipo de descompressão (estática ou intermitente), que dependem de cada paciente e da patologia a ser tratada. Os pacientes recebem uma análise aprofundada para determinar se realmente ela se enquadra e, se estão aptas a receber esta terapia de descompressão. Temos tido 80 % de melhora dos casos atendidos. O tempo do tratamento depende de vários fatores que serão analisados após avaliação criteriosa. Certos pacientes podem ter uma resposta imediata ao tratamento, enquanto outros podem demorar algumas semanas para ou meses para melhorar.
Conheça nosso tratamento e saiba o local mais próximo de você: www.itcvertebral.com.br

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Dor ciática

A ciática é o termo mais comum para designar uma dor ao longo do trajeto do nervo ciático (ciatalgia).
Grande parte da população já sentiu esta dor pelo menos uma vez na vida. Frequentemente, deparam-se com situações desesperantes ao fazerem um tratamento anti-inflamatório que não resulta, pelo menos a longo prazo. Isto porque tentam combater a inflamação do nervo, quando muitas vezes a sua causa permanece.
 
Apesar de ser muitas vezes compreendida como uma patologia, a ciatalgia é apenas um conjunto de sinais e sintomas que podem ter várias causas. Os sintomas podem incluir dor do tipo choque elétrico, dormência ou perda de força/controlo do membro.
Dependendo do fator que provoca a irritação do nervo ciático, estes sintomas podem surgir em qualquer zona do seu trajeto ou mesmo em toda a sua extensão, isto é:

- Emergência a nível da coluna lombar e do sacro;
- Passa pela zona dos glúteos e piramidal;
- Continua pela zona posterior da coxa;
- Divide-se ao nível da perna num ramo posterior ou outro ântero-lateral;
- Chega por fim ao pé.

Qualquer alteração musculosquelética no trajeto do nervo ciático pode provocar uma ciatalgia. Normalmente, existe uma irritação por compressão devido a alterações estruturais que vão comprimir o nervo. Encontrando a origem da compressão e tratando a disfunção, deixa de existir irritação do nervo e os sintomas desaparecem.

Uma das causas comuns é a hérnia discal ao nível L4-L5 ou L5-S1. A hérnia consiste numa descontinuidade do disco vertebral que provoca uma saída do líquido pulposo, normalmente contido no interior do disco, para o exterior. Dependendo da direção da saída do líquido, este pode comprimir a medula espinhal ou a raiz do nervo ciático e provocar uma ciatalgia.

 

No caso de uma protusão discal, não existe descontinuidade do disco, mas sim um deslocamento do mesmo que pode provocar o mesmo tipo de compressão.

As disfunções vertebrais vão alterar o seu posicionamento e mobilidade e podem constituir também uma causa de ciatalgia. Sendo que as raízes nervosas passam por entre as vértebras, qualquer alteração pode provocar uma compressão. O mesmo acontece em disfunções do sacro, por onde também passam raízes nervosas.

O nervo ciático está intimamente relacionado com os músculos ao longo do seu trajeto. As posturas adotadas, os hábitos diários, o exercício físico desadequado ou falta de alongamento podem provocar alterações nestes tecidos. Não esquecer que estes são igualmente influenciados por disfunções estruturais. Um dos músculos que afeta frequentemente este nervo é o músculo piramidal (na zona dos glúteos). Basta existir uma contratura neste músculo para o nervo ciático ficar comprometido.
Estes são alguns dos exemplos mais frequentes, embora o mesmo se aplique às outras estruturas por onde este nervo passa.

É sempre necessário fazer uma boa avaliação, descartar outras condicionantes e encontrar a origem do problema, de forma a obter resultados eficazes.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Como escolher o travesseiro ideal


Dores nas costas, na coluna e no pescoço podem ser sinais de que você está dormindo na posição incorreta ou que está com o travesseiro errado. Além de proporcionar uma ótima noite de sono, a escolha do modelo certo e o cuidado em verificar se ele não está velho ou deformado pode evitar insônia e, consequentemente, o risco de doenças. O travesseiro ideal deve manter a cabeça e o pescoço alinhados à coluna cervical, promovendo o relaxamento dos músculos do corpo. O travesseiro não deve fazer com o que o peso da cabeça force a coluna cervical nem a musculatura; precisa ser trocado, em média, a cada 2 anos e não deve ficar guardado em lugares pouco arejados. Sem falar na questão da limpeza, com o tempo o travesseiro acumula ácaros. Pelo menos uma vez por semana coloque o travesseiro no sol. Na hora de comprar escolha um travesseiro que proporcione alinhamento do corpo e maior conforto, o que fará com que você mude menos de posição durante a noite e evitará tensões e traumas na coluna. Uma dica na hora da compra é encostar o travesseiro na parede, posicionar a cabeça de lado sobre ele e verificar se ela forma um ângulo de 90 graus com o ombro. Sinta se a cabeça não está muito alta ou muito baixa e se o material do travesseiro proporciona conforto. Também é importante um colchão adequado. Um travesseiro firme num colchão mole, por exemplo, pode elevar muito a cabeça e afundar o corpo.
Esses cuidados básicos garantem sono de qualidade e ajudam a evitar dores na coluna. Fique atento!
Se você dorme de barriga para cima: Travesseiros baixos são mais indicados se preencherem o espaço entre a coluna cervical e a nuca, evitando a hiperflexão do pescoço. Os joelhos devem ficar semiflexionados com um travesseiro abaixo deles dando suporte, encaixando o quadril, e proporcionando maior relaxamento da região lombar.

Se você dorme de lado: Prefira travesseiros comuns, que formem o ângulo de 90 graus entre a cabeça e o ombro. A coluna deve estar alinhada com os braços abaixo do queixo e os joelhos dobrados, com um travesseiro entre eles. A posição de feto, porém, força uma flexão exagerada de toda coluna vertebral e não é recomendada.

Se você dorme de barriga para baixo: É a posição menos adequada, uma vez que provoca problemas lombares e força a torção do pescoço para um dos lados. Para quem não consegue se adaptar de outra forma, a indicação é um travesseiro baixo para a cervical e outro para ser colocado em baixo do quadril.
 
 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Como Tratar a Dor na Coluna Vertebral


Dores nas costas, torcicolos, inflamação nos nervos e músculos, lombalgia, protusão, problemas cervicais, lombares, hérnia de disco, espondilose, artrose. Pesquisas apontam que 80% da população apresentam ou apresentarão dor na coluna vertebral. A cada dia é desenvolvida uma infinidade de tratamentos que prometem solucionar ou, ao menos, amenizar o sofrimento dos pacientes, mas só depois de muita avaliação que os especialistas no assunto podem bater o martelo para a melhor terapia. Às vezes, opta-se pelo controle da dor por meio de medicamento, fisioterapia ou cirurgia - minimamente invasiva ou não. Porém, muitos concordam que em boa parte destes casos são tratáveis e a cirurgia é em último caso.Hoje temos várias linhas de tratamento com fins terapêuticos, corretivos e preventivos.Terapias que trabalhem o corpo de forma global surgem nos últimos anos. Muito deles buscam tratar a causa da dor como o RPG (Reeducação Postural Global) que trabalha as desarmonias do corpo através de exercícios posturais, a Osteopatia, que são pequenos ajustes realizados no corpo através de mobilizações e manipulações para corrigir as disfunções articulares responsáveis pela dor, a Podoposturologia que é o estudo dos pés em relação a postura, onde o fisioterapeuta de acordo com análise da pisada, tipo de pé e postura, confecciona uma Palmilha Postural de tratamento para normalizar as alterações encontradas na coluna, e ainda a Acupuntura que busca um efeito terapêutico através do uso de agulhas em diversos pontos do corpo, além de outros métodos que trabalham os desequilíbrios corporais. Em relação às atividades físicas voltada para coluna temos a Musculação direcionada, o Pilates que é um condicionamento físico e mental que trabalha a postura através de movimentos consciente e inteligentes. Para os casos mais graves e crônicos da coluna como as Hérnias de Discos, as protusões discais, onde a dor está presente a mais de 3 meses, existem mecanismos de tratamento como a Tração computadorizada eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica que são aparelhos que buscam descomprimir os discos que provocam a dor na coluna e que pode irradiar para o glúteo e perna. Além disso há os exercícios específicos de estabilização, onde é utilizada um aparelho que facilita a execução e ativação dos músculos profundos da coluna, que são os grandes responsáveis por muita dores lombares e cervicais. Procure um profissional especializado e tire suas dúvidas para ver qual o tratamento mais indicado de acordo com seu problema.
Dr. Luiz Fernando Sola - Fisioterapeuta

terça-feira, 30 de julho de 2013

Dor Ciática e Hérnia de Disco - Como tratá-las por descompressão sem cirurgia.

Engana-se quem pensa que as temidas dores no nervo ciático são sintomas de velhice. Hoje em dia, cada vez mais jovens sofrem, graças, principalmente, aos maus hábitos rotineiros, como uma postura incorreta e a prática de esportes de maneira inadequada.
O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano, tendo o diâmetro aproximado de um dedo, mas a fama não vem de seu comprimento e sim da dor causada por ele quando pinçado. A expressão dor no nervo ciático “ciatalgia” é comumente usada para descrever uma dor que se propaga geralmente em uma perna quando este está sendo comprimido ou pinçado. Este pinçamento pode ter origem na coluna ou no músculo do bumbum chamado “piriforme”,  mas a mais comum e "verdadeira ciática" é causada pela compressão na raiz do nervo por uma hérnia, prortusão discal ou por um desalinhando da vértebra, que deve ser investigado para direcionar o tratamento.  O diagnóstico médico é muito importante para descartar qualquer outra possibilidade. A dor gerada pelo pinçamento do Nervo Ciático na região da coluna pode irradiar para o glúteo, região posterior da coxa e ir até a panturrilha e pé. Geralmente acomete só de um lado do membro inferior. Em adição à dor, pode haver formigamento, falta de sensibilidade e pode evoluir para dificuldade de movimentação e controle da perna. Pode ser sutil, aguda, como uma queimação ou acompanhada por choques intermitentes.
Hoje no mercado norte americano e no Brasil estão sendo utilizados como tratamento da coluna, os equipamentos de última geração chamados Triton DTS, que realiza a tração computadorizada da coluna lombar e cervical, e a Ergostyle Elevation que enfatiza a descompressão dinâmica da coluna vertebral.  Temos classificadas as dores ciáticas e indicado um tratamento chamado RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral), que é a aplicação de um protocolo de técnicas e métodos de descompressão e tração não agressivos como todos pensam. O diferencial deste programa está no uso desta tecnologia para promover a descompressão das estruturas que estão pinçando o nervo na coluna vertebral. Temos tido 80 % de melhora dos casos atendidos. Os pacientes recebem uma análise aprofundada para determinar se realmente ela se enquadra e se estão aptas a receber esta terapia de descompressão.
 
Luiz Fernando Sola – Fisioterapeuta ITC Vertebral Sorocaba -SP

Instituto Krion / ITC Vertebral
 
 
 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Tênis Spira usa tecnologia de amortecimento para previnir lesões nos joelho e coluna.

Comheça o Spira Stinger, da marca Norte-Americana Spira, grande fabricante do ramo do aço que resolveu investir nos calçados de alta performance.
Para absorver tanto impacto foi desenvolvido uma mola para distribuição de cargas . A tecnologia WaveSpring ® na sola oferece uma notável combinação de conforto, amortecimento e retorno de energia.
Duas molas no antepé e uma no calcanhar, de perfil baixo, leves, para maximizar amortecimento e resistência. A cada passo, a tecnologia de amortecimento entressola mecânico ajuda a absorver o choque e stress, e ajuda a reduzir as forças de impacto nestas estruturas.
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Todos os modelos de tênis tem a tecnologia wave spring de amortecimento.
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WaveSpring® retorna energia a cada passo.
Ao contrário das solas dos tenis tradicionais feitos principalmente de espumas, compostos de borracha ou polímeros, a tecnologia WaveSpring® retorna energia a cada passo. Testes realizados na Universidade de Michigan, relataram que de 87% - 96% da energia é devolvida a partir do ® WaveSpring. Esta é a maior pontuação de retorno de energia para qualquer material de entressola já testado .** Como o resultado, nossos tenis não só amortece, mas também retorna energia. Em um sentimento muito real, o WaveSpring permite reciclar a sua própria energia.
WaveSpring reduz as forças de impacto e evita lesões

Um dos benefícios notáveis da tecnologia WaveSpring é sua capacidade de reduzir o pico das forças de impacto em cerca de 20% em relação a materiais tradicionais de entressola. Quando envolvido em atividade de alto impacto, como correr ou saltar, onde o pico do impacto é 4-5 vezes o peso corporal, uma redução de 20% é bastante significativo. É como se uma pessoa pesa 90kg passasse a ter 72 kg para fins de determinação de estresse sobre o corpo. A redução do estresse por sua vez pode reduzir as lesões e permitir o rápido tempo de recuperação após atividade fisica intensa. Por exemplo, o maratonista de elite David Cheruiyot, ganhou três principais maratonas, Istambul, Singapura e Houston em um período de quatro meses. Ele credita seu desempenho aos tenis Spira.







quarta-feira, 24 de abril de 2013

Nervo Ciático !! Como lidar com ele.

O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano, tendo o diâmetro aproximado de um dedo, mas a fama não vem de seu comprimento e sim da dor causada por ele quando pinçado. A expressão dor no nervo ciático “ciatalgia” é comumente usada para descrever uma dor que se propaga geralmente em uma perna quando este está sendo comprimido ou pinçado. Este pinçamebto pode ter origem na coluna ou no músculos piriforme “ bumbum”, mas a mais comum e "verdadeira ciática" é causada pela compressão na raiz do nervo por uma hérnia de disco ou por um desalinhando da vértebra, que deve ser investigado para direcionar o tratamento. A dor gerada pelo pinçamento do Nervo Ciático na região da Coluna pode irradia para o glúteo, região posterior da coxa e que pode ir até a panturrilha e pé. Geralmente acomete só de um lado do membro inferior. Em adição à dor, pode haver formigamento, falta de sensibilidade e pode evoluir para dificuldade de movimentação e controle da perna. Pode ser sutil, aguda, como uma queimação ou acompanhada por choques intermitentes.
Sentar ou tentar se levantar pode ser doloroso e difícil. Tossir e espirrar pode intensificar a dor.
Como lidar e tratar a dor ciática.
Novos tratamentos surgem, conservadores e indicações cirúrgicas, mas muitas vezes as alterações na coluna vertebral são de origem mecânicas e necessitam de um tratamento mais intensivo e preciso. Pesquisas realizadas nos EUA mostram que técnicas de tração, descompressão dinâmica e estabilização vêm sendo usadas com sucesso, durante anos, no tratamento das discopatias e nas doenças degenerativas da coluna vertebral como as hernias de disco. Grandes fabricantes de equipamentos terapêuticos e cientistas americanos, investiram seriamente em pesquisas durante décadas enquanto aprimoravam técnicas seguras e eficazes de utilizar a tração e descompressão vertebral e os seus benefícios. Hoje no mercado norte americano e no Brasil estão sendo utilizadas como tratamento da coluna, os equipamentos de última geração chamados TRITON DTS, que realiza a tração computadorizada da coluna lombar e cervical, e a ERGOSTYLE ELEVATION que enfatiza a descompressão dinâmica da coluna vertebral.
Nós do ITC Vertebral, temos o cuidado de indicar um tratamento chamado RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral), que é a aplicação de um protocolo de técnicas e métodos de descompressão e tração não agressivos como todos pensam. O diferencial deste programa está no uso desta tecnologia para promover a descompressão das estruturas que estão pinçando o nervo na coluna vertebral. Os pacientes recebem uma análise aprofundada para determinar se realmente ela se enquadra e se estão aptas a receber esta terapia de descompressão.
Luiz Fernando Sola – Fisioterapeuta
Instituto Krion / ITC Vertebral

Rua Mário Campolim 627 – Bairro Campolim – Sorocaba - SP
(15) 3212.4700 / 3211.2393
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Hospital encontra excesso na indicação de cirurgia de coluna

CLÁUDIA COLLUCCI

DE SÃO PAULO
Um programa do hospital Albert Einstein está reavaliando indicações de cirurgias de coluna. Em dois anos, dos 1.679 pacientes que chegaram com pedido médico para a operação, só 683 (41%) foram confirmados como realmente necessários.
Os resultados foram apresentados anteontem em fórum internacional de qualidade e segurança do paciente, em Londres.
Dona de casa recebeu indicação incorreta para operar a cervical
Parecer do programa de avaliação de cirurgias gerou processo judicial
O programa atende pacientes particulares e de planos de saúde (Bradesco, Marítima e SulAmérica), que são encaminhados pelo próprio convênio para uma segunda opinião médica.
Além do diagnóstico, o acordo entre o hospital e os planos prevê reabilitação para os casos não cirúrgicos.
A iniciativa está causando polêmica entre os cirurgiões cujos diagnósticos foram questionados. O caso foi discutido na câmara técnica de implantes da AMB (Associação Médica Brasileira), que o encaminhou ao Conselho Federal de Medicina.
"Isso fere um preceito básico da ética médica que é um médico interferir ou mudar a conduta de outro. A indicação de cirurgia é prerrogativa do médico do paciente", afirma o neurocirurgião Marcelo Mudo, da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.
O excesso de cirurgias de coluna e as sequelas (perda da mobilidade, por exemplo) que ocorrem quando ela é mal indicada são largamente documentados em estudos. Os procedimentos custam até R$ 200 mil e mais da metade desse valor se refere a dispositivos (pinos, parafusos etc).
Nos EUA, o número e os custos dessas cirurgias dispararam na última década e elas estão agora na mira do governo federal. Há a suspeita de que os médicos estejam indicando mais porque ganham benefícios da indústria.
Segundo o médico Claudio Lottenberg, presidente do Einstein, o projeto é uma tentativa de evitar esses conflitos e padronizar procedimentos. "Queremos o melhor para o paciente e para o sistema de saúde como um todo, não para a fábrica de implantes."
Os planos de saúde que participam da iniciativa economizaram R$ 54 milhões com as cirurgias não realizadas. Lottenberg diz que o grupo segue estritamente protocolos clínicos e não há intenção de favorecer convênios.
O médico Mario Ferretti, gerente de ortopedia do Einstein, afirma que a maioria das indicações cirúrgicas desnecessárias era relativa a diagnósticos associados a outras doenças não detectadas.
"O paciente pode até ter uma hérnia de disco, mas pode ser que outras patologias, como fibromialgia ou esclerose múltipla, sejam a real causa da dor na coluna."
No hospital, a equipe de atendimento tem ortopedistas, fisiatras e fisioterapeutas. "Não colocamos cirurgiões de propósito, para não ter viés. Os clínicos estão capacitados a fazer o diagnóstico. Se há dúvida, acionamos os cirurgiões", diz Ferretti.
Segundo dados do projeto, pacientes que adotaram tratamentos não invasivos, como fisioterapia, tiveram redução da dor e relataram melhoria de qualidade de vida.
Quer saber mais ?
Acesse: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/04/1265817-hospital-encontra-excesso-na-indicacao-de-cirurgia-de-coluna.shtml

quinta-feira, 18 de abril de 2013

A Tecnologia aos seus Pés - Conheça o Tênis Spira que absorve mais de 20 % de impacto.

Você que aconpanha o nosso blog, agora tem a chance de conhecer e adquirir um tênis inovador, com grande indicação e aceitação para pessoas que sofrem de dores nos pés, joelho, quadril e coluna. Saiba porquê.
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Não importa o que você veste em seus pés. Há 26 ossos em seu pé, que compõem cerca de 25% de todos os ossos do seu corpo. Existem mais de 100 músculos, tendões que se ligam ao músculo, osso e ligamentos que ligam osso com osso. Para absorver tanto impacto foi desenvolvido uma mola para distribuição de cargas .
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Diga-me como andas e te direi porque sofres de dores nas costas, nos pés, joelhos e quadris



Mapear em detalhes a forma de caminhar do indivíduo. É o que mostra o moderno exame computadorizado chamado Baropodometria. A pisada é algo particular de cada indivíduo e dependendo do tipo de marcha, quando se pisa para fora, para dentro ou neutra, as conseqüências aparecem na coluna vertebral. O teste de Baropodometria chegou às clínicas de posturas e está ajudando a detectar problemas nos pés que interferem no desalinhamento corporal,  refletindo  em dores no corpo. Os dados são captados a partir de uma plataforma onde o paciente faz a caminhada. Sensores registram as diferentes pressões nos pés com o paciente parado ou caminhando. Os dados são enviados para a análise computadorizada, e mostram pressões máximas e médias - quanto mais vermelho, maior a força; distribuição de peso entre os pés, estabilidade, equilíbrio e  tipo de pé.
A análise é tão precisa que informa se o indivíduo está adernando, em milímetros. Parece um detalhe sem importância, mas pequenas diferenças no desequilíbrio ou pisada podem causar dores crônicas no pé, joelho, quadril ou coluna, diz o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola especialista em Podoposturologia e Posturolgia, que é o estudo dos pés em relação à postura.
A Baropodometria deve ser solicitada para avaliar o pé plano (não há curvatura) ou cavo (a curvatura aumentada),  esporão no calcâneo, inflamação na planta do pé e na canela, tendinites, se uma perna é mais curta que a outra, artroses, escolioses e até fraturas por estresse, situação comum a praticantes de atividades físicas.
Bastante solicitado para crianças e adolescentes em formação e em adultos e idosos que já tenham queixa de dor.É indicado também de forma preventiva antes de iniciar uma atividade física, além de ter importante papel na confecção de palmilhas posturais, feitas de acordo com a pisada e tipo de pé.
Na Baropodometria, o fisioterapeuta avalia alterações posturais que interferem na mecânica da caminhada e corrida, já que durante a caminhada em percursos com subidas ou descidas, o pé deve estar totalmente apoiado no chão para que se tenha equilíbrio e sustentação.
Para corredores amadores e profissionais, a Baropodometria ajuda na melhora do rendimento. Segundo Luiz Sola, muitas pessoas que correm se queixam de dores nas costas, pernas e quadril. “Elas acham que a culpa é do tênis, do terreno. Pode até ser, mas o motivo pode ser a forma de pisar; deformidades nos pés difíceis de perceber ao olho nu. Dependendo do caso, são realizadas orientações e correções com o uso de palmilhas posturais ou técnicas de manipulações e mobilizações nas áreas que apresentam alguma disfunção.”
Ele lembra ainda que o exame é útil a pacientes que sofreram lesões. “Pessoas com históricos de cirurgias ou traumas, lesões neurológicas e fraturas podem sofrer alterações erradas na postura e na maneira de andar, levando a um desequilíbrio e aparecimento de deformidades e dores.”


                                              Dr. Luiz Fernando Sola
                  Podoposturologia / Posturologia / Baropodometria


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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Cervicalgia

A cervicalgia se refere a dor na região da coluna cervical. Normalmente, resulta de uma simples contratura muscular no pescoço, o conhecido torcicolo. Os sintomas se instalam de forma lenta: rigidez nos movimentos, alteração na mobilidade, postura alterada como forma de compensação da dor. Além de a dor se manifestar na região do pescoço, também pode se estender ao ombro e ao membro superior (cervicobraquialgia), além de poder apresentar alterações neurologicas como a modificação da sensibilidade, da força muscular, e nos reflexos em inserções musculares como a do punho, cotovelo e ombro. Normalmente se relaciona com a compressão da raiz nervosa da região cervical sub-axial. Recomenda-se atenção às dores com sinais neurológicos devido a possibilidade de infecções na coluna, compressões da medula espinhal, tumores, fraturas e outras patologias. Há casos também que se dão dificuldade na marcha, alterações na fala, dor de cabeça, zumbidos, náuseas, visão turva, febre, sudorese, cansaço e perda de peso. É importante frisar que a cervicalgia é um dos sintomas da meningite.
Causas comuns de cervicalgia:
- Desordem mecânica, fatores posturais e ergonômicos, obesidade, fraqueza abdominal e estresse -Osteoartrose, artrite reumatóide
- Traumas
- Fraturas
- Inflamações espondilite anquilosante
- Infecções (meningite, caxumba, etc)
- Espondilite Anquilosante
- Alterações da ATM (articulação têmporo-mandibular)
- Tumores
- Alterações musculares congênitas
- Estenose do Canal Vertebral
- Hérnia discal
É rara a indicação cirúrgica em casos de cervicalgia. Geralmente, ocorre quando há piora neurológica no decorrer do tratamento, disfunção da medula espinhal ou quando a cervicalgia se dá como consequência de alguma patologia que tenha indicação de cirurgia como as relacionadas aos discos intervertebrais, traumas ou instabilidade de ligamentos. Ao recomendar um tratamento à cervicalgia é importante avaliar os fatores que desencadeia a dor, a duração dos sintomas e se há comprometimento neurológico.
Quando a cervicalgia é caracterizada como um torcicolo, recomenda-se relaxantes musculares, calor local e alongamento da região. Na cervicalgia crônica podem ser utilizadas medicações para dor crônica, associadas a um programa de reabilitação. Quando há bloqueio de movimentos, a fisioterapia convencional pode contribuir com terapias passivas que visam a analgesia, aumentando o fluxo sanguíneo e diminuindo o espasmo muscular.