quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Diga-me como andas e te direi porque sofres de dores nas costas, nos pés, joelhos e quadris


Mapear em detalhes a forma pisar e caminhar do indivíduo. É o que mostra o moderno exame computadorizado chamado Baropodometria. A pisada é algo particular de cada indivíduo e dependendo do tipo de marcha, quando se pisa para fora, para dentro ou neutra, as conseqüências aparecem na coluna vertebral e membros inferiores. O teste de Baropodometria chegou às clínicas de posturas e está ajudando a detectar problemas nos pés que interferem no desalinhamento corporal, refletindo em dores no corpo. Os dados são captados a partir de uma plataforma onde o paciente faz a caminhada. Sensores registram as diferentes pressões nos pés com o paciente parado ou caminhando. Os dados são enviados para a análise computadorizada, e mostram pressões máximas e médias - quanto mais vermelho, maior a força; distribuição de peso entre os pés, estabilidade, equilíbrio e tipo de pé. Parece um detalhe sem importância, mas pequenas diferenças no desequilíbrio ou pisada podem causar dores crônicas no pé, joelho, quadril ou coluna, diz o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola especialista em Podoposturologia e Posturolgia, que é o estudo dos pés em relação à postura.
A Baropodometria deve ser solicitada para avaliar o pé plano ou cavo, esporão no calcâneo, inflamação na planta do pé e na canela, tendinites, se uma perna é mais curta que a outra, artroses, escolioses e até fraturas por estresse, situação comum a praticantes de atividades físicas. Bastante solicitado para crianças e adolescentes em formação e em adultos e idosos que já tenham queixa de dor.É indicado também de forma preventiva antes de iniciar uma atividade física, além de ter importante papel na confecção de palmilhas posturais, feitas de acordo com a pisada e tipo de pé. Para corredores amadores e profissionais, a Baropodometria ajuda na melhora do rendimento. Segundo Luiz Sola, muitas pessoas que correm se queixam de dores nas costas, pernas e quadril. “Elas acham que a culpa é do tênis, do terreno. Pode até ser, mas o motivo pode ser a forma de pisar; deformidades nos pés difíceis de perceber ao olho nu. Dependendo do caso, são realizadas orientações e correções com o uso de palmilhas posturais ou técnicas de manipulações e mobilizações nas áreas que apresentam alguma disfunção.” Ele lembra ainda que o exame é útil a pacientes que sofreram lesões. “Pessoas com históricos de cirurgias ou traumas, lesões neurológicas e fraturas podem sofrer alterações erradas na postura e na maneira de andar, levando a um desequilíbrio e aparecimento de deformidades e dores.”

INSTITITO KRION
Dr. Luiz Fernando Sola
Podoposturologia / Posturologia / Baropodometria
Unidade II - Rua Mário Campolim 627 – Bairro Campolim – Sorocaba - SP
(15) 3212.4700 / 3211.2393

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Guia de Postura

Dormir, usar o computador, calçar os sapatos, pegar objetos no chão, cuidar de crianças, arrumar a casa. Essas são atividades corriqueiras, comuns a todas as pessoas. No entanto, são tarefas simples como essas que costumam desencadear as temidas dores nas costas, sintoma que deverá afetar mais de 80% da população mundial pelo menos uma vez na vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Diante dessa realidade, o Dr. Helder Montenegro, atual presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna), reuniu sua equipe de fisioterapeutas do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral), rede de clínicas que fundou em 2005, para mapear as principais situações do dia a dia causadoras das dores nas costas, de acordo com o depoimento de pacientes.
Essa troca de experiências resultou no recém-lançado Guia de Postura Dr. Coluna, uma iniciativa da ABRColuna em parceria com o ITC Vertebral. O objetivo do material é servir como instrumento de utilidade pública, divulgando amplamente instruções preventivas das dores nas costas e problemas relacionados à coluna vertebral, corrigindo hábitos posturais do cotidiano.
O guia, que não possui fins lucrativos, está disponível em toda a rede de clínicas no ITC Vertebral em 32 cidades brasileiras, e agora pode ser acessado – também gratuitamente – pelo site



sábado, 8 de outubro de 2011

Baropodometria - Recurso Tecnológico que investiga sua pisada e como tratá-la.

Andar parece ser um mecanismo natural do homem. Entretanto, nem sempre utilizamos esse movimento corretamente e uma pisada incorreta pode causar sérios problemas posturais. Para avaliar como pisamos, andamos e usamos nossos pés, é utilizado um  recurso de alta tecnologia que contribui na avaliação postural, a Baropodometria Eletrônica.
Segundo o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola, a Baropodometria Eletrônica pode ser aplicada em pessoas sadias ou portadoras de alguma patologia, seja ela ortopédica, traumatológica ou neurológica.
Para entendermos o recurso, começamos pela nomenclatura: Baro significa pressão, Podo é relativo aos pés e Metria é a referência desta avaliação. Com o exame, avaliamos a distribuição de peso ou pressão nos pés através de sensores eletrônicos que captam as diferentes pressões em pé ou caminhando”, explica Sola. Os dados coletados são enviados a um software que ajudará na interpretação dos valores coletados. Os resultados serão avaliados e relacionados com possíveis alterações posturais.
Mas funciona a avaliação? – Sola conta que existem muitas alterações de ordem músculo-esquelética como desvios posturais, inflamações nos tendões, desgastes articulares, dores crônicas na coluna, joelho e pé entre outras que podem ser tratadas corrigindo o tipo de pisada. “Este exame auxilia o profissional que trabalha com análise corporal e postural a identificar com mais precisão as alterações podais que podem interferir no funcionamento correto do corpo. Procuramos identificar estas alterações e propor soluções de tratamentos terapêuticos, preventivos e corretivos.”
A Baropodometria Eletrônica auxilia ainda a detecção de alterações ortopédicas da coluna como a escoliose, hiperlordose, hérnias discais, alterações de quadris, joelhos e as alterações típicas dos pés como pés cavos, pés planos e as patologias relacionadas como esporão de calcâneo, fascite plantar e tendinites.
“Todos estes sistemas podem ser afetados quando há um desequilíbrio nos pés”, conta o fisioterapeuta.
Diante dos resultados traduzidos por esses softwares, sua interpretação determinará o tratamento para a melhora da geometria postural. Entre os mais indicados estão o reforço muscular, alongamentos, reeducação postural, relaxamento terapêutico de músculos tensos, treino de resistência da região da cintura pélvica, palmilhas posturais personalizadas ou mesmo uma melhor indicação para aumento da performance no esporte praticado pelo indivíduo. “O exame agiliza e facilita a reabilitação da saúde das pessoas”, explica Sola.
Informações onde encontrar esta avaliação.
 www.institutokrion.com.br/palmilhas/locaisDeAtendimento.html

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Os 7 pecados que cometemos com a coluna

As dores nas costas são um fato no dia a dia da maioria das pessoas, o que é confirmado pelas estatísticas:
- Segundo a Fiocruz, 36% dos brasileiros sofrem com algum problema de coluna;
- O IBGE informa que, aqui no Brasil, os portadores de hérnia de disco já alcançam a marca dos 5,3 milhões;
- De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Domicílio (Pnad), a lombalgia é a segunda doença crônica mais comum do país com 13,5% de ocorrências. Perde apenas para a hipertensão arterial, 14%.
“Com o tempo, vamos somando pequenos gestos e hábitos do cotidiano que, aliados ao sedentarismo, levam a problemas mais sérios que a dor nas costas, como a hérnia de disco”, explica Dr. Helder Montenegro, fundador do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral) e presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna.
Os 7 pecados. 
Dr. Helder Montenegro aponta os principais erros cometidos com a postura, observando as queixas de seus pacientes ao longo de sua vivência clínica, e aponta a forma correta de realizar as atividades:

1) Ao dormir
Erro: Dormir de bruços, pois a região lombar fica sobrecarregada.
Como corrigir: Deite-se de lado, com os joelhos levemente dobrados, com um travesseiro sob a cabeça e outro entre as pernas.
2) Ao trabalhar com o tronco inclinado para frente
“Nesta situação, arquitetos, dentistas, enfermeiros, médicos-cirurgiões e trabalhadores que carregam peso são os que mais sofrem”, avisa Dr. Helder.
Erro: Curvar as costas, debruçando-se sobre uma pessoa ou objeto.
Como corrigir: Mantenha a coluna ereta sempre que possível. Se o trabalho for em pé, conte com a ajuda de um banquinho para apoiar uma das pernas. Se for sentado, procure manter o pescoço elevado e as costas retas, além de levantar-se e alongar-se a cada 20 minutos.
3) Ao trabalhar diante do computador
Erro: Usar cadeira fixa, que faz com que o corpo fique mal posicionado. Escorregar o corpo na cadeira ou dobrar as pernas para trás também causam problemas nas costas.
Como corrigir: A cadeira deve ter rodinhas, regulagem de altura, regulagem de encosto e apoio para os cotovelos. Os braços devem ficar na altura dos cotovelos e as pernas em um ângulo de 90o com o chão.
4) Ao dirigir
Erro: Afastar-se da direção, escorregando o tronco para trás e esticando os braços. Dessa forma, tanto a região lombar como a cervical são prejudicadas.
Como corrigir: Use um suporte lombar (pequena almofada) para promover conforto e evitar dores na coluna, mantendo a postura correta. Joelhos alinhados com os quadris ou um pouco acima. Apoiar bem o corpo no assento e no encosto do banco e mais próximo possível de um ângulo de 90 graus.
5) Ao colocar e retirar o bebê do berço
Erro: Curvar excessivamente para frente e para baixo com o bebê nos braços (cujo peso intensifica a má postura), procurando transpor as grades do berço.
Como corrigir: Prefira berços com grades reguláveis, pois evita a inclinação excessiva. Posicione-se lateralmente ao berço e utilize o movimento das pernas, uma na frente da outra, oferecendo uma base necessária para que o joelho dobre, evitando curvar a coluna seja para colocar ou para retirar o bebê.
6) Ao varrer a casa
Erro: Curvar a coluna para frente, usando uma vassoura de cabo curto.
Como corrigir: Mantenha-se ereto e com os pés afastados. Utilize uma vassoura correspondente à sua altura, evitando movimentos rotacionais da coluna.
7) Ao organizar malas
Erro: Dobrar as roupas e colocá-las na mala em cima da cama ou em local baixo, forçando a coluna a se curvar excessivamente.
Como corrigir: O melhor local para organizar as roupas é em cima de uma mesa, pois mantém sua coluna ereta. Mantenha a mala próxima a esse local e igualmente numa altura satisfatória para sua coluna.

*Estas e outras dicas de postura estão disponíveis, com ilustrações, no site  http://www.herniadedisco.com.br/
e no link “Guia de Postura Dr. Coluna”.



terça-feira, 27 de setembro de 2011

Tratamento não-cirúrgico para hérnia de disco desenvolvido no Brasil ganha projeção internacional

Desenvolvido no Brasil pelo ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral), o método não-cirúrgico para tratar hérnia de disco e outras lesões da coluna, como lombalgia, cervicalgia, dor ciática, protrusão discal, espondilose, artrose etc. - intitulado Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral - tem conquistado projeção em outros países.

México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela recentemente solicitaram ao instituto palestras e cursos sobre este protocolo e estão em vias de instalar unidades do ITC Vertebral.
O cearense Helder Montenegro, reconhecido como um dos maiores especialistas no tratamento da coluna no Brasil, o ITC Vertebral iniciou suas atividades em Fortaleza (CE), tendo alcançado êxito no tratamento de 700 pacientes em apenas dois anos com a R.M.A. da Coluna Vertebral. De lá pra cá, o método ganhou visibilidade em todo o território nacional, expandindo suas operações para outras 28 cidades de todo o país, incluindo São Paulo, que já possui quatro unidades do instituto. Os pacientes tratados já somam cerca de 3 mil. Além disso, somente em 2011, o ITC Vertebral chegará a mais outros 16 municípios. “Hoje, podemos afirmar categoricamente que disponibilizamos o melhor tratamento não-cirúrgico para as patologias da coluna, com 87% de sucesso em apenas dois meses, e foi isso o que chamou a atenção de nossos colegas lá fora”, diz Helder Montenegro, que após anos de estudo nos Estados Unidos e na Europa resolveu unir técnicas comprovadas cientificamente, aliando a tecnologia de equipamentos com fins terapêuticos à fisioterapia convencional. (ver Sobre R.M.A. da Coluna Vertebral). Ainda segundo Helder Montenegro, a instalação das clínicas do ITC Vertebral na Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela deve ter início a partir do ano que vem. “No momento, estamos concentrados na nossa parceria com o México e, tão logo este processo for concluído, daremoscontinuidade à nossa expansão nos outros países”, explica

Sobre a R.M.A. da Coluna Vertebral

O grande diferencial da Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral está em oferecer o início, o meio e o fim do tratamento para os problemas da coluna. Isso significa que o paciente é acompanhado durante todo o tratamento e depois é encaminhado e orientado para a prática de uma atividade física que irá manter os resultados.

Vale ressaltar que tratar hérnia de disco e demais patologias da coluna, vem sendo um grande desafio para os profissionais da saúde. Para se ter uma ideia, segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 80% da população terá pelo menos um episódio de dor nas costas durante a vida. Além disso, de acordo com o IBGE, somente a hérnia de disco acomete quase 5,5 milhões de brasileiros, sendo a segunda causa de afastamento do trabalho, perdendo apenas para as doenças do coração.

São vários os tratamentos indicados para a hérnia de disco. Um deles é a cirurgia, mas especialistas médicos garantem que a intervenção só é necessária em apenas 5% dos casos. Os demais métodos envolvem técnicas como RPG, osteopatia, fisioterapia convencional e acupuntura, porém, sem a manutenção constante desses procedimentos, é provável que o paciente volte a sentir dores. Outro diferencial da Reconstrução Músculo-Articular é o tempo de duração do programa. Em apenas dois meses, são obtidos 87% de bons resultados até em pacientes mais graves.
Onde encontrar: http://www.itcvertebral.com.br/