quarta-feira, 4 de março de 2015

Porquê minhas dores nas costas não melhoram ?

Hoje em dia existe um arsenal de métodos e técnicas de tratamento para patologias da coluna. Às vezes opta-se pelo controle da dor por meio de medicamento, fisioterapia,  cirurgia - minimamente invasiva ou não,  métodos e técnicas posturais entre outros. Porém muitos não evoluem para uma melhora ou mesmo a cura do mesmo.  Às  vezes  há uma melhora do quadro , porém pode regredir. Então porquê  alguns tratamentos não dão certo ?
A resposta está na abordagem de como se deve classificar um paciente com dores originadas da coluna vertebral.
Este Sistema de Classificação em Subgrupos é hoje uma tendência mundial de como se deve abordar e tratar. Em Sorocaba este Sistema de Classificação vem sendo aplicado pelo Instituto Krion em parceria com o ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna).  Através de anos de estudo e pesquisas os nortes americanos chegaram à conclusão que se não houver um Sistema de Classificação em Subgrupos no tratamento de coluna, a chance de não dar certo aumenta. Este sistema de tratamento foi desenvolvido no começo dos anos 90 pelo Fisioterapeuta e Doutor Anthony Delitto, hoje chefe do Departamento de Fisioterapia da Universidade de Pittsburgh nos USA.  Trata-se de um Sistema que pode ser definido resumidamente com uma abordagem de como se deve tratar um problema de coluna, seja ele agudo ou crônico.  Após identificação do diagnóstico feita pelo médico que pode ser uma Hérnia de Disco, protrusão discal, artrose de coluna, dor no nervo ciático entre outras patologias da coluna, é dever do fisioterapeuta na hora de tratar ou reabilitar, classificar sua dor e aplicar corretamente todo o arsenal de técnica e métodos terapêuticos que temos para total eficiência na resolução do problema. Nesta abordagem explica o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola, o profissional faz uso de uma avaliação minuciosa para identificar qual o tratamento fisioterápico adequado de acordo a funcionalidade da coluna vertebral, sinais e sintomas que, se presente, podem ser classificados e aplicando corretamente as técnicas adequadas de acordo  com os  grupos de tratamento estabelecidos pelo sistema. A vantagem de o paciente ser submetido a este tipo de abordagem é que suas chances de melhora são extremamente significativas, aumentando a possibilidade de cura, pois hoje existem tratamentos que são aplicados no momento errado explica o fisioterapeuta Luiz Sola. Quanto mais critérios forem identificados na avaliação, mais precisa será a classificação do paciente no Sistema de Subgrupos.No sistema de classificação, o objetivo é classificar o paciente em quatro subgrupos distintos. Manipulação da Coluna Vertebral “ técnicas realizadas com as mãos para devolver o alinhamento e funcionalidade da coluna”, Estabilização Segmentar da Coluna Vertebral “exercícios específicos para reeducar e fortalecer os músculos profundos da coluna”, Movimentos Específicos “técnicas para relaxar e melhorar mobilidade das articulações, músculos e ligamentos da coluna” , Tração Computadorizada “uso de aparelhos de alta tecnologia e  precisão, utilizados para  descomprimir estruturas que estejam comprimindo os discos vertebrais ou nervos da coluna”.  O tratamento é direcionado de acordo com a classificação dos subgrupos. Por exemplo, quando o paciente é classificado no subgrupo manipulação, ele receberá técnicas de manipulação vertebral para a coluna. Quando o paciente é classificado no subgrupo de estabilização, será tratado com exercícios de estabilização vertebral e assim por diante sendo eles isolados e ou todos ao mesmo tempo dependendo da subclassificação. Para cada subgrupo existe um protocolo de tratamento baseado em evidências científicas que deve ser considerado. O tempo do tratamento depende muito do caso. Certos grupos podem ter uma resposta imediata ao tratamento, enquanto outros podem demorar algumas semanas para ou meses para melhorar.
http://www.institutokrion.com.br/itc_vertebral.html


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