segunda-feira, 5 de setembro de 2016

DOR LOMBAR CRÔNICA NÃO ESPECÍFICA

Cerca de 95% dos casos não são graves e tratamento com terapia gera melhora na qualidade de vida
Dores nas costas são frequentes entre a população mundial. A segunda maior queixa de saúde entre os brasileiros são os problemas na coluna. Cerca de 80% das pessoas, em algum momento da vida, sente dor lombar. 
Você ouviu falar sobre dor lombar não específica ? Conhece o modelo Biopsicossocial para tratar a dor lombar crônica ?


O termo “não específica” é referente à dor lombar que não tem uma causa determinada. Estima-se que 95% das dores na coluna lombar estão neste grupo que têm como possíveis razões fatores sociais, demográficos, físicos e comportamentais.  Apenas 1% das dores está associado a doenças consideradas graves – fraturas, câncer, infecções, entre outros. Os outros 4%, estão relacionados a problemas de radiculopatia " dores que irradiam para a perna e pode estar associado a formigamento e diminuição de força, ocasionadas por uma  hérnias de disco específico. “Esta notícia é ótima, pois na grande maioria dos casos a dor não está relacionada com uma doença considerada grave na sua coluna.
Apesar de não ser um problema sério, os sintomas estão envolvidos com os altos índices de afastamento do trabalho, comprometimento da qualidade de vida e redução do desempenho funcional na população.  
Como tratar uma dor lombar crônica
O tratamento utilizando o modelo Biopsicossocial, Educação da Dor e Estratégia de movimento vem sendo utilizado pelo Fisioterapeuta Luiz Fernando Sola especialista em dor crônica. O foco terapêutico está na neutralização dos pensamentos negativos que a pessoa tem sem perceber. Pensamentos estes que se multiplicam quando o paciente é mal orientado sobre o seu problema.  “Pensamentos criam respostas psicológicas que frequentemente incluem adrenalina e cortisol [hormônios relacionados ao estresse]; eles podem representar alterações cognitivas que podem influir diretamente na condição de saúde do indivíduo”. Pacientes com dor crônica evitam se movimentar por achar que pode piorar seu quadro de dor.
O objetivo do modelo Biopsicossocial é identificar esses pensamentos negativos automáticos e traçar uma estratégia para tratá-los – tornando-os benéficos à condição de saúde do paciente.  Este tratamento é efetivo na redução da intensidade da dor e melhora da capacidade física e funcional desses indivíduos. Associamos estratégia de movimento que são exercícios supervisionados com atuação direta do fisioterapeuta, de forma orientada e individual. O  paciente que passa por este processo terapêutico na hora percebe o porque ele não melhora com outros tratamentos.  Os resultados são surpreendentes e a melhora do quadro algico é mais significativa quando comparado com tratamentos que tratam a dor e não a causa da dor. 
Sabemos que hoje o repouso para quem tem dor crônica é inimigo número 1 afirma Sola. Não queremos que o paciente chegue neste patamar de ficar meses com dor.  A melhor recomendação para quem tem dor lombar é se manter ativo. “No geral, os pacientes ficam com medo de se movimentar, mas sabe-se que o repouso absoluto é o que mais causa comprometimento na coluna”. É recomendado o repouso de um ou dois dias após forte dor, mas o paciente deve retomar as atividades assim que possível e, principalmente, praticar exercícios físicos diários. “ O melhor tipo de atividade física é aquela que você mais gosta de praticar. 
Luiz Fernando Sola - Fisioterapeuta especialista em Dor Crônica da  Coluna Vertebral


Informações para cursos, palestra e atendimento - (15) 3212.4700 / 3211.2393 -  email sola@institutokrion.com.br

terça-feira, 5 de julho de 2016

Tratamento da Dor Lombar pelo Modelo Biopsicossocial - Em busca da funcionalidade perdida

Porque as pessoas com dor crônica na coluna vão se limitando das atividades profissionais do trabalho e lazer  ?
Será a dor  a grande vilã desta limitação ? Será que você está no caminho certo no seu tratamento ?

 
Primeiro vamos entender o que é funcionalidade corporal “Função”.
É muito comum observar que mesmo se enchendo de analgésicos ou realizando tratamentos conservadores a dor da coluna ameniza mas não passa. E se a dor não melhora a irritabilidade aumenta, a dor piora e o paciente começa a diminuir suas funções nas atividades diárias.
O termo funcionalidade, amigo íntimo da CIF (Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde), nos remete a pensar em tudo o que pode ser funcional na vida de uma pessoa: como é o dia a dia, em qual ambiente está inserido, alimentação, nível de atividade, exercício, relações interpessoais, se vai a igreja, se vai na padaria conversar com o Sr. Manoel, se tem vida sexual ativa ou se simplesmente consegue ir ao banheiro sozinho ou abaixar para amarrar o sapato,  pegar o filho ou o neto no colo. Tudo isso é funcionalidade e pode ser bem prejudicado devido a dor. Mas será que os pacientes e nós profissionais da saúde estamos preparados para lidar com esta situação ? Quais são os fatores que fazem piorar a funcionalidade além da dor  ?
Por mais que todos os profissionais de saúde se preocupem em tratar a dor, temos que analisar qual é o fator causal primário que desencadeia esta dor. Buscar e  pensar rapidamente em não deixar piorar e ganhar a função perdida é nosso desafio principal. Estratégias de movimento utilizando o modelo biopsicossocial e educação da dor  vem ganhando cada vez mais espaço nos tratamentos das dores crônicas relata o fisioterapeuta  Luiz Fernando Sola que é membro da Associação Brasileira de Reabilitação da Coluna Vertebral.
O mundo mudou e a abordagem do tratamento para dores crônicas de coluna também mudaram.
Então como agir com a funcionalidade perdida?  Não é simples assim, mas temos que :
- Colocar em prática o que não é praticado
- Procurar aquela energia extra para encarar a dor
- Entender a dor 
- Ganhar movimento no corpo
- Ser mais tolerante a dor
- Pedir ajuda profissional especializado em dor
Se o paciente precisa recuperar a funcionalidade, vocês já sabem pra onde e devem ter que ir. Remédios não recuperam a função, dão um empurrão de leve! Tratamentos para a dor não recuperam a função, mas permitem o ganho de função com menos dor. Pense nisso não tenha medo de encarar a dor, ela é uma ameaça constante que temos que entender,  dominá-la. Procure sua funcionalidade perdida. Se você acha que o repouso é a melhor solução para quem ter dor na coluna, mude, ainda há tempo.
http://www.itcvertebral.com.br/clinicas/sorocaba/

Luiz Fernando Sola – Fisioterapeuta especialista em Coluna e Dor Crônica  
Profissional responsável pelo ITC Vertebral Sorocaba e pelo Núcleo de Estudo da Dor, Postura e Pé do Instituto Krion e Membro da Associação de Reabilitação de Coluna Vertebral.

Tel. (15) 3212.4700 / 3211.2393 - ITC Vertebral / Instituto Krion
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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Suas dores e desvios podem estar relacionada a maneira incorreta de Pisar

Você sabe qual a importância de uma pisada correta ?

Pisar de formar incorreta gera calosidades, unha encravada, fascite plantar, esporão de calcâneo, tendinites e desvios e dores nos joelhos e coluna vertebral. 
Para muitas pessoas pode até parecer bobagem, mas pisar torto é algo muito sério e pode trazer sérias consequências ao organismo. É preciso ficar atento ao tipo de pisada para evitar incômodos, sendo que os principais pontos afetados são joelhos, quadril, articulações e coluna vertebral. Se a pessoa compra um sapato novo e, depois de utilizá-lo, percebe que um lado está mais desgastado do que o outro ou que o calçado está totalmente deformado, pode ser um sinal de alerta em relação à pisada. 
Saber qual é o seu tipo de pé e como você pisa e anda é fundamental para tratar dos problemas acimas citados.

Como identificar seu tipo de pisada e postura?

Mapear em detalhes como é o seu pé, tipo de pisada e como está o alinhamento corporal do seu corpo. É o que mostra o moderno exame computadorizado chamado Baropodometria. Os dados são captados a partir de uma plataforma onde o paciente faz a caminhada. Sensores registram as diferentes pressões nos pés com o paciente parado ou caminhando. Os dados são enviados para a análise computadorizada que mostram pressões máximas e médias – quanto mais vermelho, maior a força; distribuição de peso entre os pés, estabilidade, equilíbrio e tipo de pé e postura.
Bastante solicitado para crianças, adolescentes em formação e em adultos e idosos que já tenham queixa de dor ou desvios.
Como é o tratamento
A partir deste diagnóstico e informação, é possível realizar a montagem de uma Palmilha Personalizada de acordo com a individualidade de cada pé, que podem ser postural (corrigindo alterações posturais, estruturais, melhorando dores e disfunções) ou esportiva (direcionada a atletas, visando maior conforto, redução de lesões e desempenho durante a atividade física).
Elas são fabricadas com material termomoldável que molda toda a estrutura do pé. São bem leves e finas, além de serem adaptáveis na maioria dos calçados fechados.
Com tanta tecnologia podemos assim intervir precocemente tratando a causa ou prevenindo estes problemas que podem ser uma simples bolha, unha encravada, até os desgastes nas articulações e inflamações na planta dos pés. Este exame é realizado de preferência junto com uma avaliação postural para determinar qual atuação preventiva e terapêutica que deverá ser indicada.
Agende seu exame computadorizado para saber se a causa de suas queixas está relacionada com a maneira errada de pisar.
Instituto Krion - Tel. (15) 3212.4700 / 3211.2393 . Av. Mário Campolim 627 - Pq Campolim - Sorocaba SP
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terça-feira, 8 de março de 2016

É possível tratar, conviver com a Hérnia de Disco sem Cirurgia ?

Basta ter uma dor na coluna lombar ou cervical  incapacitante,  que pode estar associada ou não a uma pequena dor em faixa ou  irradiada  para os glúteos , coxa , perna ou braço  para que seja levantada a hipótese de ter uma hérnia de disco.
Por que se tornou tão comum pessoas com problema crônico de coluna dizerem que foram diagnosticadas como Protrusão Discal ou Hérnia de Disco ?  
Parece que a resposta vem do alto índice de exames de imagens realizados e o não esclarecimento correto do que é uma hérnia de disco.  Infelizmente nem todos estão preparados para receber este diagnóstico,  e se não forem bem esclarecidos é inevitável a procura de informações e  tratamentos em outro local.
É comum  a procura por especialistas  em busca da cura  quando  não tem  resultados imediatos ou quando se fala em cirurgia. Cada profissional tem uma maneira de abordar o tratamento da hérnia de disco e muitas vezes o paciente fica inseguro e começa a busca de informações pela em internet Enxurradas de artigos sobre o assunto hérnia de disco como imagens, relatos de caso de pacientes submetidos a tratamentos conservadores ou cirúrgicos, colocação de  parafusos, placas, começam a aparecer fazendo com certeza que nosso  paciente passe a ter várias interpretações sobre o seu caso e  dúvidas. 
Angustia, insegurança, medo  só fazem piorar o seu quadro de dor e ai começa a supervalorização das protrusões e hérnias que aparecem nos exames de imagem, como a ressonância magnética, que podem  induzir o paciente a pensar que ele está condenado para sempre a conviver com ela,  e que toda vez que aparece a dor na coluna é porque  a hérnia de disco está se manifestando e se não tomar cuidado pode travar coluna novamente se tornar incapacitante.   O medo de danificar mais ainda a coluna fica claro em situações do dia-a-dia que envolvem principalmente pegar peso, impacto e ficar em determinadas posturas.  As limitações criadas por essas crenças incapacitantes vão desde as tarefas mais simples como dobrar o tronco para pegar algo no chão, até “não posso correr por causa do impacto na minha hérnia”. Mas será que essas pessoas tem razão de ter esse medo? Luiz Fernando Sola fisioterapeuta responsável pelo ITC – Instituto de tratamento da Coluna trata as hérnias de discos com uma metodologia de quem nem toda a dor na coluna, o fator causal e primário é a hérnia. Este rótulo deve ser investigado melhor. Uma avaliação funcional, estrutural e biopsicossocial do paciente com dor crônica de coluna se faz necessária para classificar a dor e determinar o tratamento correto. Investigar e tratar a causa da dor e não necessariamente somente a dor é o que as evidências cientificas preconizam hoje relata Luiz Sola 

Em primeiro lugar para um tratamento dar certo devemos  entender que toda hérnia de disco deve ter uma causa e que não necessariamente ela é o fator causal da sua dor. Muitas pessoas tem predisposição genética  mas outras podem ter outros fatores associados que podem potencializar a dor e dentre elas está perda na funcionalidade do corpo numa globalidade ocasionada pela  HIPERVIGILÂNCIA À DOR ,  que é UM INIMIGO OCULTO.

Luiz Fernando Sola - Fisioterapeuta Instituto Krion / ITC Vertebral Sorocaba

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Hipervigilância à dor: um inimigo oculto para a coluna

Você tem aquela dor lombar que persiste? Elas incidem em cerca de 80% da população em algum momento da vida. Muitos evoluem para a melhora em semanas e outros têm a chamada dor crônica.
Com dores persistentes, os pacientes ficam mais  susceptíveis a ficar “escaneando” o tempo todo o corpo com o objetivo de adotar posturas  e sensações que julgam não ser  ameaçadoras para a piora do quadro de dor. Porém, este excesso faz com que o corpo fique ligado (hipervigilante)  trazendo com o tempo uma série de complicações para a funcionalidade dos movimentos como abaixar, deitar, levantar da cadeira, subir escadas, caminhar; os músculos responsáveis pelo sustentação e movimento se tornam rígidos e hipersensíveis.
O paciente fica no ciclo vicioso, achando que se alguém mexer ou se ele realizar o movimento vai piorar o quadro de dor, pelo contrário a intervenção precoce de tratamento é a chave do sucesso para melhora. É importante os pacientes passarem por uma criteriosa avaliação para classificar o problema e  que seja determinada qual a melhor estratégia de tratamento, baseado na estratégia do controle do  movimento associada à devolução da auto confiança. Este modelo aborda estratégias de respiração, relaxamento, controle do movimento, exercícios  estratégicos e terapia manual.

Luiz Fernando Sola é fisioterapeuta responsável pelo ITC Vertebral Sorocaba e do Núcleo de Estudo da Postura e Pé do Instituto Krion.

www.institutokrion.com.br

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

SUA POSTURA A PASSOS LARGOS

Quer saber por que você tem dor no pé, joelho, quadril ou coluna?
Andar é uma das primeiras capacidades que desenvolvemos, em geral, antes de um ano e meio. Por ser corriqueira e não requerer propriamente um aprendizado, a atividade, muitas vezes, não recebe a devida atenção. Porém, passadas mal dadas podem trazer, ao longo do tempo, sérias consequências para a saúde, como dores nos pés, pernas e na coluna. Isso ocorre basicamente porque são os pés que dão o sustento básico ao nosso corpo.
Luiz Fernando Sola, fisioterapeuta responsável pelo núcleo de Estudo da Postura e Pé do Instituto Krion, explica que toda vez que caminhamos transferimos o peso de uma perna para a outra. O impacto que o pé recebe a cada passo se propaga como uma onda, dissipando-se pela canela, pela bacia, até chegar à coluna. "A forma como pisamos e o tipo de pé pode alterar o modo como recebemos esses choques, e se estiverem mal alinhados podem sobrecarregar certas articulações e tendões", afirma Luiz Sola. 
Quando apresentamos um desequilíbrio neste pé, toda a pisada fica comprometida e surgem uma série de compensações e desvios ascendentes, que podem gerar dores, enrijecimentos, contraturas musculares, limitações dos movimentos e o aparecimento de várias patologias no joelho, quadril, coluna vertebral além do próprio pé.
Para se chegar a causa e tratar destes desvios e dores, é necessário realizar um estudo detalhado da sua pisada e postura.
Como identificar seu tipo de pisada e postura?
Mapear em detalhes como é o seu pé, tipo de pisada e como está o alinhamento corporal do seu corpo, é a função do moderno exame computadorizado chamado Baropodometria. Os dados são captados a partir de uma plataforma onde o paciente faz a caminhada. Sensores registram as diferentes pressões nos pés com o paciente parado ou caminhando. Os dados são enviados para a análise computadorizada que mostram pressões máximas e médias; quanto mais vermelho, maior a força, distribuição de peso entre os pés, estabilidade, equilíbrio e tipo de pé e postura.
Bastante solicitado para crianças e adolescentes em formação e em adultos e idosos que já tenham queixa de dor, é indicado também de forma preventiva antes de iniciar uma atividade física.
Como é o tratamento?
A partir deste diagnóstico e informação, é possível realizar a montagem de Palmilhas Personalizadas de acordo com a individualidade de cada pé, que podem ser POSTURAL (corrigindo alterações posturais, estruturais, melhorando dores e disfunções) ou ESPORTIVA (direcionada a atletas, visando maior conforto, redução de lesões e desempenho durante a atividade física).
Elas são fabricadas com material termomoldável que molda toda a estrutura do pé. São bem leves e finas, além de serem adaptáveis na maioria dos calçados fechados.
Com tanta tecnologia podemos assim intervir precocemente tratando a causa ou prevenindo estes problemas que podem ser uma simples bolha, unha encravada, até os desgastes nas articulações e inflamações na planta dos pés. Sola explica que este exame é realizado de preferência junto com uma avaliação postural para determinar qual atuação preventiva e terapêutica deverá ser indicada.
Algumas indicações
Alterações posturais (Escoliose, Hipercifose, Hiperlordose); Perna mais curta (Discrepância de membros inferiores); Alterações dos arcos (Pé planos-chato, cavos); Calcâneo varo e valgo (Calcanhar desabado); Esporão de calcâneo; Fascite plantar; Tendinites; Metatarsalgias; Neuroma de Morton; Hálux valgo (Joanete); Dores na coluna vertebral (lombar, torácica e cervical); Hérnia de Disco; Artroses tornozelo, joelho, quadril; Periostite e fraturas de estresse (Canelite); Condromalácia patelar.
INSTITUTO KRION - NÚCLEO DE ESTUDO DA POSTURA E PÉ
Rua Mário Campolim, 627 - Parque Campolim - Sorocaba - SP
(15) 3212-4700 / 3211-2393
Dr. Luiz Fernando Sola
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quarta-feira, 4 de março de 2015

Porquê minhas dores nas costas não melhoram ?

Hoje em dia existe um arsenal de métodos e técnicas de tratamento para patologias da coluna. Às vezes opta-se pelo controle da dor por meio de medicamento, fisioterapia,  cirurgia - minimamente invasiva ou não,  métodos e técnicas posturais entre outros. Porém muitos não evoluem para uma melhora ou mesmo a cura do mesmo.  Às  vezes  há uma melhora do quadro , porém pode regredir. Então porquê  alguns tratamentos não dão certo ?
A resposta está na abordagem de como se deve classificar um paciente com dores originadas da coluna vertebral.
Este Sistema de Classificação em Subgrupos é hoje uma tendência mundial de como se deve abordar e tratar. Em Sorocaba este Sistema de Classificação vem sendo aplicado pelo Instituto Krion em parceria com o ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna).  Através de anos de estudo e pesquisas os nortes americanos chegaram à conclusão que se não houver um Sistema de Classificação em Subgrupos no tratamento de coluna, a chance de não dar certo aumenta. Este sistema de tratamento foi desenvolvido no começo dos anos 90 pelo Fisioterapeuta e Doutor Anthony Delitto, hoje chefe do Departamento de Fisioterapia da Universidade de Pittsburgh nos USA.  Trata-se de um Sistema que pode ser definido resumidamente com uma abordagem de como se deve tratar um problema de coluna, seja ele agudo ou crônico.  Após identificação do diagnóstico feita pelo médico que pode ser uma Hérnia de Disco, protrusão discal, artrose de coluna, dor no nervo ciático entre outras patologias da coluna, é dever do fisioterapeuta na hora de tratar ou reabilitar, classificar sua dor e aplicar corretamente todo o arsenal de técnica e métodos terapêuticos que temos para total eficiência na resolução do problema. Nesta abordagem explica o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola, o profissional faz uso de uma avaliação minuciosa para identificar qual o tratamento fisioterápico adequado de acordo a funcionalidade da coluna vertebral, sinais e sintomas que, se presente, podem ser classificados e aplicando corretamente as técnicas adequadas de acordo  com os  grupos de tratamento estabelecidos pelo sistema. A vantagem de o paciente ser submetido a este tipo de abordagem é que suas chances de melhora são extremamente significativas, aumentando a possibilidade de cura, pois hoje existem tratamentos que são aplicados no momento errado explica o fisioterapeuta Luiz Sola. Quanto mais critérios forem identificados na avaliação, mais precisa será a classificação do paciente no Sistema de Subgrupos.No sistema de classificação, o objetivo é classificar o paciente em quatro subgrupos distintos. Manipulação da Coluna Vertebral “ técnicas realizadas com as mãos para devolver o alinhamento e funcionalidade da coluna”, Estabilização Segmentar da Coluna Vertebral “exercícios específicos para reeducar e fortalecer os músculos profundos da coluna”, Movimentos Específicos “técnicas para relaxar e melhorar mobilidade das articulações, músculos e ligamentos da coluna” , Tração Computadorizada “uso de aparelhos de alta tecnologia e  precisão, utilizados para  descomprimir estruturas que estejam comprimindo os discos vertebrais ou nervos da coluna”.  O tratamento é direcionado de acordo com a classificação dos subgrupos. Por exemplo, quando o paciente é classificado no subgrupo manipulação, ele receberá técnicas de manipulação vertebral para a coluna. Quando o paciente é classificado no subgrupo de estabilização, será tratado com exercícios de estabilização vertebral e assim por diante sendo eles isolados e ou todos ao mesmo tempo dependendo da subclassificação. Para cada subgrupo existe um protocolo de tratamento baseado em evidências científicas que deve ser considerado. O tempo do tratamento depende muito do caso. Certos grupos podem ter uma resposta imediata ao tratamento, enquanto outros podem demorar algumas semanas para ou meses para melhorar.
http://www.institutokrion.com.br/itc_vertebral.html


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Livro tem como tema tipos de doenças da coluna

Dados do IBGE apontam que as dores nas costas são a terceira maior causa de aposentadoria e a segunda de licença ao trabalho. No Brasil, já são mais de 6,5 milhões de pessoas com hérnia de disco. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população mundial terá um episódio de dor na coluna na vida. O alto número de aposentadorias e afastamentos causados por doenças da coluna está diretamente ligados aos hábitos da vida moderna, como falta de exercícios e manutenção de posturas por longos períodos de tempo. Fatores como obesidade, sedentarismo, estresse e envelhecimento também podem favorecer o aparecimento de doenças causadoras de dores nas costas. As patologias da coluna ganharam destaque em um livro independente produzido por 27 profissionais da saúde de diversos locais do país.  A obra "Hérnia de disco e a dor ciática - Como prevenir, como tratar, como conviver" foi  lançada no dia 11 de fevereiro no Instituto Cohen São Paulo.  O evento contou com palestra e sessão de autógrafos do autor e organizador da obra, fisioterapeuta Helder Montenegro, um dos maiores especialistas no tratamento da coluna vertebral do Brasil além dos profissionais que participaram da elaboração do livro que conta com presença do  fisioterapeuta Luiz Fernando Sola.
Ao descrever de forma prática e objetiva os diversos tipos de doenças da coluna, suas formas de prevenção e tratamento, o livro tem como objetivo despertar o interesse da sociedade sobre o tema. O material, que conta com a participação de profissionais de fisioterapia, medicina e educação física, também tem a intenção de servir como ferramenta de consulta ao alcance de qualquer leitor, por meio de linguagem popular e ilustrações que simplificam o conteúdo.
Alerta para os riscos
O fisioterapeuta Luiz Fernando Sola que pertence  Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABR Coluna), explica que a intenção da obra é alertar a população para os riscos aos quais a coluna está sujeita. A relação de todas as doenças que acometem a coluna vertebral está contida nas 296 páginas da edição, assim como as diferentes possibilidades de tratamento, orientações e dicas de postura que podem ser facilmente aplicadas no cotidiano. “A ideia é oferecer mais informação ao paciente, desmitificando a gravidade ou não do problema de coluna, como esclarecer que a dor lombar é comum e que todas as pessoas provavelmente irão passar pelo menos uma vez na vida por esse fenômeno e que elas podem levar uma vida normal, independente de ter uma patologia na coluna”, afirma Luiz Fernando Sola.


Mais informações sobre o livro no:www.herniadedisco.com.br

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Hérnia de Disco - Tratamento sem cirurgia

A hérnia de disco  acontece , quando o disco que está localizada entre as vértebras da coluna,  migra de seu local, centro, para a periferia, em direção ao canal medular ou para os espaços por onde saem as raízes nervosas, levando a compressão das raízes nervosas que chamamos de nervo.  Acontece tanto na região lombar como na cervical também. Isso pode gerar dor no local, com irradiação no trajeto da estrutura nervosa que percorre em direção aos membros inferiores ou superiores. A dor pode ser intensa e é sentida em atividades bem simples, como ficar de pé, andar, exercer as atividades de trabalho e de vida diária e até mesmo pequenos esforços, como espirrar. Várias são as opções de tratamento para a hérnia de disco e a dor  ciática. Alguns optam pelo controle da dor por meio de medicamentos,  fisioterapia ou cirurgias - minimamente invasivas ou não, outros optam pelo tratamento por descompressão do nervo sem cirurgia  que é realizada aqui em Sorocaba pelo ITC Vertebral. O tratamento por descompressão sem cirurgia é indicada principalmente quando a dor não responde a outros tratamentos, relata o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola do ITC Vertebral Sorocaba. 
Os pacientes recebem uma análise aprofundada para determinar se realmente ela se enquadra no nosso protocolo de tratamento, se estão aptas a receber esta terapia descompressiva realizada por equipamento modernos de tração.  Nesses casos, temos o cuidado de indicar um tratamento chamado RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral), uma metodologia de tratamento que só é aplicada, quando o paciente se enquadra no grupo de classificação de pacientes que precisam de um tratamento por descompressão dinâmica da coluna vertebral. Este tratamento não é agressivo como todos pensam.    O diferencial deste programa está no uso de tecnologia. Utilizamos uma mesa de descompressão chamado Ergo Style e uma mesa de tração TRITON DTS.  Este último  é o mais avançada do mundo na área da reabilitação de coluna, pois garante uma tração com progressão segura, suave, confortável e precisa,  durante todo o processo de descompressão dos tecidos que envolve a coluna e que estão  pressionando o nervo. Este programa de tratamento já foi realizado pela equipe do ITC em mais de 8 mil pacientes e os resultados tem sido de 87 % de melhora dos casos atendidos. O tempo do tratamento depende de vários fatores que são analisados após avaliação criteriosa. Certos pacientes podem ter uma resposta imediata ao tratamento, enquanto outros podem demorar algumas semanas ou meses para melhorar dependendo da gravidade do pinçamento do nervo.

Luiz Fernando Sola

Fisioterapeuta responsável pelo ITC Vertebral Sorocaba

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Osteopatia no esporte e na atividade física: uma forte aliada

Nos dias de hoje observa-se uma grande procura por atividade física, sendo que, cada vez mais, as pessoas procuram por orientação profissional especializada para que o exercício seja realizado de maneira ótima, alcançando os objetivos desejados sem que ocorram lesões durante o treinamento. Entretanto nem sempre é isso o que ocorre. Existe uma grande parte de praticantes de atividade física que tem potencial de desenvolver algum tipo de lesão ou convive, quase que regularmente, com algum tipo de dor. 
A maioria das lesões ocorre durante a realização dos exercícios, sendo consequência de métodos de treinamento incorretos, anomalias estruturais do praticante ou por traumas específicos (pancadas, quedas, acidentes etc). O osteopata age diretamente no mecanismo da lesão, tratando a causa e não apenas os sintomas decorrentes dela, o que acelera o retorno à pratica esportiva e previne recidivas. A Osteopatia é um sistema de avaliação e tratamento que busca identificar a causa primária da lesão e tratar todas as suas consequências por meio de técnicas manuais. O objetivo é estabelecer o equilíbrio articular, muscular, visceral, crânio-sacral e todas as suas relações, tendo em vista o equilíbrio global do paciente, dentro de um complexo sistema de tratamento.Um dos princípios da Osteopatia descritos pelo criador da técnica Dr. Still  é que a estrutura governa a função. Na prática, em nosso dia a dia, encontramos muitos pacientes com alguns desequilíbrios musculares e articulares, que levam a ter dores nos  pés, joelhos, quadril e coluna vertebral. Estas dores são provenientes de bloqueios que ocorrem em nossas articulações e que restringem os movimentos provocando dores ligamentares, musculares, articulares e até discais em indivíduos normais; imagine então em uma pessoa que pratica regularmente uma atividade física esportiva.Se não alinharmos estas estruturas que são as  causadoras dos desvios, as patologias começarão a aparecer. Nesses casos compete ao osteopata descobrir qual é o fator causal que está provocando estes desvios e dor e que compromete o eixo do corpo e o bom funcionamento da nossa máquina que é o corpo humano. É função então  da Osteopatia analisar, descobrir e corrigir possíveis alterações no comportamento do corpo devolvendo a sua total funcionalidade e harmonia. 
A Osteopatia tem sido uma forte aliada aos praticantes de atividade física justamente por restaurar os micro movimentos articulares perdidos.  Restabelecer o equilíbrio do sistema nervoso e equilibrar as tensões dos músculos e outros tecidos envolvidos no movimento é a função do osteopata.  Com isso o corpo não precisa mais se desgastar com as adaptações e tem a chance de voltar a funcionar harmonicamente sem lesões. Um fato interessante que merece destaque é que essas alterações podem ser detectadas mesmo antes do corpo começar a apresentar os sintomas, portanto a osteopatia é também preventiva para os praticantes de atividade física. Além de que um corpo com seu funcionamento sem sobrecargas tem um melhor rendimento quando solicitado. O tratamento consiste identificar o fator e a causa primária da lesão. 
Normalmente é feito em poucas sessões e o interessante é que os resultados são rápidos, sendo possível ter uma melhora considerável já na primeira sessão. E é por isso que a Osteopatia se encaixa tão bem com o esporte, pois atletas precisam de resultados rápidos. Dependendo da gravidade do caso, o atleta pode até mesmo continuar treinando. Outro ponto importante é que a Osteopatia pode atuar de forma preventiva. Esse, na verdade, é um ponto-chave, pois uma vez que o atleta necessita parar os treinamentos por causa de lesões, ele perde o rendimento e sua performance pode ficar prejudicada. Quando realizado um trabalho preventivo, a Osteopatia ajuda a restabelecer a biomecânica articular e muscular, diminuindo as chances de lesões, fraturas e desvios posturais.

Luiz Fernando Sola - Fisioterapeuta responsável pelo Núcleo de Estudo da Postura e Pé do Instituto Krion e do ITC Vertebral – Instituto de Tratamento da Coluna

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Tecnologia aos seus Pés - Sua dor nas costas pode estar realacionado ao tipo de pisada

Programa de computador analisa a influência da má pisada  e sua relação com o aparecimento de patologias nos pés, joelhos,  quadril e coluna vertebral.

Você tem uma dor crônica e não sabe a causa ?  Tendinites, fascites plantares, esporão de calcâneo, artroses de tornozelos e joelhos, joanetes,  bursite trocantéricas, fraturas por stress, dores nas costas podem estar relacionada ao seu tipo de pisada.


Então qual o critério que você usa para se prevenir ou tratar de um problema de coluna, joelho, quadril e pé. Como saber qual a melhor conduta para curar uma dor crônica ? Como você faz para comprar o seu tênis para uma prática esportiva ou lazer ? É o mais bonito? O mais barato? O mais macio? Você já ouviu falar em Palmilhas Posturais ?
Independente de qual critério anteriormente descrito está na hora de saber qual o seu tipo de pé, pisada e postura. Apesar de serem tão pouco lembrados, os pés são os principais órgãos de sustentação e equilíbrio do nosso corpo. Quando apresentam algum tipo de deformidade ou “pisam” sobre o solo de maneira errada, podem causar problemas posturais que afetam as articulações ocasionando desvios e dores das mais variadas intensidades. Para você identificar como está sua pisada existe um aparelho chamado Baropodometria Computadorizada, que mensura e quantifica os picos de maiores pressões que seu pé exerce sobre o solo e,  determina qual é o tipo de pé, pisada e como  está o  seu equilíbrio corporal e postural.
De acordo com o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola especialista em Posturologia e Podoposturologia, especialidade que estuda as alterações dos pés e suas repercussões   sobre o nosso corpo, este exame dá suporte para solucionar vários causas de diversas patologias que ocorrem em nosso corpo por um desequilíbrio podal. Através desta análise que é realizado parado e andando sobre uma plataforma com vários sensores, conseguimos determinar com grande precisão o que acontece quando você pisa errado e o que isto gera de pressão nas estruturas dos pés em relação ao joelho, quadril e coluna, determinando assim qual a região do seu corpo que está sofrendo uma sobrecarga e gerando dor e desvios posturais. Com os resultados obtidos,  sabemos porque determinadas patologias aparecem. Podemos assim intervir precocemente tratando a causa ou prevenindo estes problemas que aparecem desde uma simples bolha até unhas encravadas, ates os desgastes nas articulações e inflamações na planta dos pés. Sola explica que este exame é realizado de preferência junto com uma avaliação postural para determinar qual  atuação preventiva e terapêutica que deverá ser indicada. Quando alterações são identificadas nestes exames,  utilizamos um método de tratamento chamado de  Podoposturologia,  que realiza uma reeducação postural global através do uso de Plamilhas Posturais. Estas palmilhas não são as ortopédicas e sim posturais porquê são confeccionadas por fisioterapeutas através do resultado do exame da Baropodometria.
Elas são personalizadas e feitas de acordo com o seu tipo de pé, pisada e postura. Sua funções são  distribuir  adequadamente as cargas e pressões exercidas nos pés, devolver um maior equilíbrio muscular e uma melhor estabilidade articular em todos os segmentos do pé joelho, quadril e coluna. Buscando através das Palmilhas Posturais uma melhor performance em atividade físicas, caminhada e corrida.
Dr.Luiz Fernando Sola - Fisioterapeuta especialista em Podoposturologia, Posturologia, Palmilhas Posturais e Baropodometria
                                                            www.institutokrion.com.br


 Instituto Krion Unidade  -  Rua Mário Campolim 627 – Bairro Campolim - Sorocaba SP.
Tel. (15 ) 3212.4700 ou (15) 3211.2393

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Você tem dor nas costas ? Tracionar e esticar a Coluna Vertebral funciona ?

Você é daqueles que já tentou vários tratamentos para dor nas costas e nada dá resultado. Chega ao ponto e desespero de se pendurar ou pedir para que alguém tracione sua coluna ? 

Cuidado ! Não se desespere ! O ITC Vertebral, clínica especializada em Coluna Vertebral,  é pioneira no Brasil a utilizar métodos de tratamento por descompressão sem cirurgia para quem tem Hérnia de Disco, Protrusão Discal, Estenose, Doença Degenerativa Facetária e Dor Ciática.  A clínica utiliza um equipamento de tração computadorizada desenvolvido nos EUA chamado TRITON DTS. Estudos clínicos indicam que a terapia por descompressão utilizando estes equipamento associada a outras técnicas,  tem tido uma resposta altamente eficaz para os pacientes que sofrem destas patologias. Não é qualquer dor nas costas que pode usar este recurso. No ITC Vertebral os pacientes recebem uma análise aprofundada para determinar se realmente eles se enquadram e se estão aptas a receber esta terapia de descompressão.  Utilizamos uma metodologia de tratamento quando este tem indicação chamado RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral) que é a aplicação de um protocolo de técnicas e métodos de descompressão e tração não agressivos como todos pensam. 
O diferencial deste programa está no uso da tecnologia para promover a descompressão lenta e gradativa das estruturas intervertebrais da coluna . Para isso, o tratamento envolve as modernas mesas de tração eletrônica e de flexão-descompressão (importadas dos Estados Unidos, com eficácia comprovada cientificamente).
De tão eficiente, o programa R.M.A da Coluna Vertebral oferecido pelo ITC Vertebral se expandiu e já realizou mais de 8 mil atendimento  nas principais Cidades do País e na Europa e vem  apresentado um impressionante resultado de 87%  das resoluções do problemas de coluna.



Procure  um ITC Vertebral mais próximo de você:
Acesse nosso site: www.itcvertebral.com.br

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Especialistas afirmam que pisar errado gera desequilíbrio corporal e origina dores em diferentes partes do corpo

 Podoposturologia e Palmilha Postural corrigem e previnem alterações vinda dos pés
Todo ser humano tem um centro gravitacional de equilíbrio e estabilidade, sendo os pés a base de toda sustentação e alinhamento. Desde que começamos a andar, nossos pés sofrem alterações, visando o melhor equilíbrio, regulando e coordenando a postura estática e dinâmica e alinhando nossa estrutura esquelética por meio de tendões, articulações e músculos, passando pelo tornozelo, perna, joelhos, quadris, região lombar e cervico-dorsal.
Quando apresentamos desequilíbrio neste sistema postural, surgem dores, enrijecimentos, contraturas musculares, patologias de ordem postural e limitações nos movimentos. Com base nos princípios da neurofisiologia da postura humana surgiu um novo conceito terapêutico: a Podoposturologia, técnica de origem francesa que reeduca e realinha a estrutura do corpo através do uso de Palmilhas Posturais. Estas são confeccionadas após exame computadorizado dos pés chamado “Baropodometria” que analisa corretamente a maneira como você pisa, anda e qual o tipo de pé e postura. A partir deste estudo minuncioso o fisioterapeuta especialista em Podoposturologia identifica e corrige possíveis alteração da pisada usando estímulos podais, que são feitos de elementos confeccionados em EVA e espuma com densidades e espessuras diferentes, que dependendo do caso serão inseridos na palmilha. Estas são adaptada ao pé do paciente através do processo de termomoldagem, que favorece o maior contato da palmilha com os pés e facilita assim a captação dos estímulos pelo sistema nervoso.
A técnica corrige vícios posturais decorrentes dos desequilíbrios que comprometem a saúde tanto de atletas quanto de pessoas sedentárias. A novidade pode ajudar quem sofre com alterações posturais (principalmente a escoliose), diferença no tamanho das pernas, dores nas costas, quadril e/ou joelhos. Isso ocorre por conta de um distúrbio nos pés com alteração no tipo de pisada e consequente desequilíbrio postural. É recomendada também quando há dores e/ou alterações locais nos pés, como esporão de calcâneo, fascite plantar, joanete, calosidades, pé chato, neuroma de Morton e tendinite de calcâneo. A boa notícia é que a maioria dos pacientes com problemas posturais não precisa ficar a vida inteira usando a palmilha. "Há problemas que são solucionados entre 45 dias e seis meses, outros em um, dois ou três anos. Em apenas cerca de 30% dos casos, o uso de palmilhas é necessário de forma continuada", fala Luiz Fernando Sola , fisioterapeuta responsável pelo Núcleo de Estudo da Postura do Instituto Krion.
Quer saber mais ? Acesse.
Dr. Luiz Fernando Sola - Especialista em Podoposturologia / Baropodometria / Palmilhas Posturais

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Olha a Postura! Senta direito ! Qual é a Postura Ideal ?

É muito comum ouvirmos de nossos pais, amigos e professores que nossa postura está péssima. Quando o assunto é postura, já pensamos em posicionar os ombros para trás, coluna ereta, cabeça erguida, barriga murcha, olhar para frente, quadril encaixado, mas será que esta é a maneira correta de se posicionar ? Então qual é a postura ideal ? Podemos definir postura como um conjunto de estruturas chamadas de cadeias musculares, articulares e esqueléticas, que funcionam de maneira organizada e harmônica. Para que o corpo humano funcione totalmente equilibrado e com uma postura correta, há uma necessidade que suas estruturas ósseas, músculos e ligamentos, trabalhem de forma equilibrada. Este equilíbrio é constituído pela estruturação e alinhamento dos pés, joelhos, quadril, coluna lombar, cervical, cabeça e braços. Cada pessoa já nasce com uma característica de tipologia de postura própria e com o tempo, pode sofrer modificações por vários motivos que veremos mais adiante. Também a aquelas que por motivos congênitos e hereditários já nascem com uma predisposição á um problema postural mais grave. Segundo alguns estudos, a boa postura também está relacionada com o estado psico-morfo-comportamental do indivíduo, quer dizer, dependendo da atitude, gestos, personalidade e comportamento, o ser humano pode adquirir uma postura fechada ou aberta. Diferentes atitudes posturais levam a diferentes atitudes comportamentais ou vice versa.  Existem fatores que afetam uma boa postura como nível de sedentarismo, agressão externa (trauma, fraturas) ou interna (psicológicas, doenças, depressão). Qualquer uma destas agressões que o nosso corpo venha a sofrer podem ocorrer mudanças na nossa estrutura corporal, levando a um desalinhamento corporal. O mau equilíbrio das cadeias musculares e articulares leva a importantes modificações no estado articular, muscular, visceral, respiratório e oclusal.  Estes tipos de situações entre outras, traz certo desconforto, pois começa a refletir no nosso desempenho profissional, emocional e físico, trazendo riscos a nossa saúde sem que percebamos. Sabemos que com o passar do tempo nosso corpo tende a se manifestar pelo mau uso e pelas posturas inadequadas usadas. Movimentos desarmônicos começam a tomar conta de você, por desleixo ou preguiça, trazendo consequências como: dores, cansaço, mal estar, desconforto, exaurindo toda nossa energia para atividades de maior prazer.
 Hoje sabemos que não existe uma postura perfeita e sim uma postura próxima do normal, a qual é uma postura tranquila sem esforço e deve ser realizada com o ombros relaxados e em  hipótese nenhuma posicionado para trás como nossos pais ensinam. Hoje temos técnicas e métodos posturais que ensinam como chegar numa postura ideal.  A cabeça deve estar em alto crescimento, sempre para o alto com se tivesse um fiozinho puxando para cima.  O seu abdome deve estar levemente sugado para dentro, como se estivesse colocando seu umbigo em direção as costas. O seu bumbum deve estar relaxado e o quadril só pode estar encaixado para dentro em determinadas situações.
Está com dificuldades em melhorar ou corrigir sua  postura ? Procure um profissional especializado. Faça um Check-up Postural.
Quer saber mais acesse nosso blog – www.check-up-postural.blogspot.com
Luiz Fernando Sola
Responsável pelo ITC Vertebral e pelo Núcleo de Estudos da Postura e Pés do Instituto Krion.



quinta-feira, 5 de junho de 2014

Tendência mundial no tratamento da dor lombar e ciática.

O desenvolvimento da fisioterapia tem ajudado muito os pacientes portadores de doenças da coluna vertebral. Estudos baseados em evidência mostram que dentre as técnicas existentes, não existe uma técnica ideal para todos os pacientes. A classificação destes pacientes em subgrupos baseada no tratamento é considerada uma tendência mundial no tratamento da dor lombar e ciática. 
Este sistema de classificação tem forte embasamento científico e visa identificar as similaridades clínicas que determinam o ingresso do paciente em diferentes subgrupos. Há 4 subgrupos propostos, cada um nomeado de acordo com a intervenção, a qual, o paciente está mais propenso a responder satisfatoriamente. Os subgrupos incluem: Manipulação, Estabilização, Exercício Terapêutico Específico e Tração. Um exame criterioso é realizado a fim de obter as informações necessárias que possibilitem a inclusão do paciente em um destes subgrupos. Após uma anamnese cuidadosa, segue um exame físico onde os sintomas são monitorados durante testes que envolvem movimento único ou repetitivos e posturas sustentadas. Adicionalmente, são usados testes que avaliam a qualidade e magnitude dos movimentos do tronco, sintomas e avaliação do movimento intervertebral e triagem neurológica. Um algoritmo de tomada de decisão baseado na anamnese e exame físico é usado para facilitar a classificação. Após esta classificação, o paciente é orientado a seguir uma técnica de tratamento específico. Esta avaliação especializada é muito importante para o resultado do tratamento. Esta metodologia de tratamento por Subgrupos é o que utilizamos aqui no ITC Vertebral Sorocaba,  lembrando que este sistema esta sendo preconizado em nível mundial e o ITC Vertebral faz uso com excelência.

www.itcvertebral.com.br / www.herniadedisco.com.br
Dr. Luiz Fernando Sola