segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Osteopatia no esporte e na atividade física: uma forte aliada

Nos dias de hoje observa-se uma grande procura por atividade física, sendo que, cada vez mais, as pessoas procuram por orientação profissional especializada para que o exercício seja realizado de maneira ótima, alcançando os objetivos desejados sem que ocorram lesões durante o treinamento. Entretanto nem sempre é isso o que ocorre. Existe uma grande parte de praticantes de atividade física que tem potencial de desenvolver algum tipo de lesão ou convive, quase que regularmente, com algum tipo de dor. 
A maioria das lesões ocorre durante a realização dos exercícios, sendo consequência de métodos de treinamento incorretos, anomalias estruturais do praticante ou por traumas específicos (pancadas, quedas, acidentes etc). O osteopata age diretamente no mecanismo da lesão, tratando a causa e não apenas os sintomas decorrentes dela, o que acelera o retorno à pratica esportiva e previne recidivas. A Osteopatia é um sistema de avaliação e tratamento que busca identificar a causa primária da lesão e tratar todas as suas consequências por meio de técnicas manuais. O objetivo é estabelecer o equilíbrio articular, muscular, visceral, crânio-sacral e todas as suas relações, tendo em vista o equilíbrio global do paciente, dentro de um complexo sistema de tratamento.Um dos princípios da Osteopatia descritos pelo criador da técnica Dr. Still  é que a estrutura governa a função. Na prática, em nosso dia a dia, encontramos muitos pacientes com alguns desequilíbrios musculares e articulares, que levam a ter dores nos  pés, joelhos, quadril e coluna vertebral. Estas dores são provenientes de bloqueios que ocorrem em nossas articulações e que restringem os movimentos provocando dores ligamentares, musculares, articulares e até discais em indivíduos normais; imagine então em uma pessoa que pratica regularmente uma atividade física esportiva.Se não alinharmos estas estruturas que são as  causadoras dos desvios, as patologias começarão a aparecer. Nesses casos compete ao osteopata descobrir qual é o fator causal que está provocando estes desvios e dor e que compromete o eixo do corpo e o bom funcionamento da nossa máquina que é o corpo humano. É função então  da Osteopatia analisar, descobrir e corrigir possíveis alterações no comportamento do corpo devolvendo a sua total funcionalidade e harmonia. 
A Osteopatia tem sido uma forte aliada aos praticantes de atividade física justamente por restaurar os micro movimentos articulares perdidos.  Restabelecer o equilíbrio do sistema nervoso e equilibrar as tensões dos músculos e outros tecidos envolvidos no movimento é a função do osteopata.  Com isso o corpo não precisa mais se desgastar com as adaptações e tem a chance de voltar a funcionar harmonicamente sem lesões. Um fato interessante que merece destaque é que essas alterações podem ser detectadas mesmo antes do corpo começar a apresentar os sintomas, portanto a osteopatia é também preventiva para os praticantes de atividade física. Além de que um corpo com seu funcionamento sem sobrecargas tem um melhor rendimento quando solicitado. O tratamento consiste identificar o fator e a causa primária da lesão. 
Normalmente é feito em poucas sessões e o interessante é que os resultados são rápidos, sendo possível ter uma melhora considerável já na primeira sessão. E é por isso que a Osteopatia se encaixa tão bem com o esporte, pois atletas precisam de resultados rápidos. Dependendo da gravidade do caso, o atleta pode até mesmo continuar treinando. Outro ponto importante é que a Osteopatia pode atuar de forma preventiva. Esse, na verdade, é um ponto-chave, pois uma vez que o atleta necessita parar os treinamentos por causa de lesões, ele perde o rendimento e sua performance pode ficar prejudicada. Quando realizado um trabalho preventivo, a Osteopatia ajuda a restabelecer a biomecânica articular e muscular, diminuindo as chances de lesões, fraturas e desvios posturais.

Luiz Fernando Sola - Fisioterapeuta responsável pelo Núcleo de Estudo da Postura e Pé do Instituto Krion e do ITC Vertebral – Instituto de Tratamento da Coluna

www.institutokrion.com.br

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Tecnologia aos seus Pés - Sua dor nas costas pode estar realacionado ao tipo de pisada

Programa de computador analisa a influência da má pisada  e sua relação com o aparecimento de patologias nos pés, joelhos,  quadril e coluna vertebral.

Você tem uma dor crônica e não sabe a causa ?  Tendinites, fascites plantares, esporão de calcâneo, artroses de tornozelos e joelhos, joanetes,  bursite trocantéricas, fraturas por stress, dores nas costas podem estar relacionada ao seu tipo de pisada.


Então qual o critério que você usa para se prevenir ou tratar de um problema de coluna, joelho, quadril e pé. Como saber qual a melhor conduta para curar uma dor crônica ? Como você faz para comprar o seu tênis para uma prática esportiva ou lazer ? É o mais bonito? O mais barato? O mais macio? Você já ouviu falar em Palmilhas Posturais ?
Independente de qual critério anteriormente descrito está na hora de saber qual o seu tipo de pé, pisada e postura. Apesar de serem tão pouco lembrados, os pés são os principais órgãos de sustentação e equilíbrio do nosso corpo. Quando apresentam algum tipo de deformidade ou “pisam” sobre o solo de maneira errada, podem causar problemas posturais que afetam as articulações ocasionando desvios e dores das mais variadas intensidades. Para você identificar como está sua pisada existe um aparelho chamado Baropodometria Computadorizada, que mensura e quantifica os picos de maiores pressões que seu pé exerce sobre o solo e,  determina qual é o tipo de pé, pisada e como  está o  seu equilíbrio corporal e postural.
De acordo com o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola especialista em Posturologia e Podoposturologia, especialidade que estuda as alterações dos pés e suas repercussões   sobre o nosso corpo, este exame dá suporte para solucionar vários causas de diversas patologias que ocorrem em nosso corpo por um desequilíbrio podal. Através desta análise que é realizado parado e andando sobre uma plataforma com vários sensores, conseguimos determinar com grande precisão o que acontece quando você pisa errado e o que isto gera de pressão nas estruturas dos pés em relação ao joelho, quadril e coluna, determinando assim qual a região do seu corpo que está sofrendo uma sobrecarga e gerando dor e desvios posturais. Com os resultados obtidos,  sabemos porque determinadas patologias aparecem. Podemos assim intervir precocemente tratando a causa ou prevenindo estes problemas que aparecem desde uma simples bolha até unhas encravadas, ates os desgastes nas articulações e inflamações na planta dos pés. Sola explica que este exame é realizado de preferência junto com uma avaliação postural para determinar qual  atuação preventiva e terapêutica que deverá ser indicada. Quando alterações são identificadas nestes exames,  utilizamos um método de tratamento chamado de  Podoposturologia,  que realiza uma reeducação postural global através do uso de Plamilhas Posturais. Estas palmilhas não são as ortopédicas e sim posturais porquê são confeccionadas por fisioterapeutas através do resultado do exame da Baropodometria.
Elas são personalizadas e feitas de acordo com o seu tipo de pé, pisada e postura. Sua funções são  distribuir  adequadamente as cargas e pressões exercidas nos pés, devolver um maior equilíbrio muscular e uma melhor estabilidade articular em todos os segmentos do pé joelho, quadril e coluna. Buscando através das Palmilhas Posturais uma melhor performance em atividade físicas, caminhada e corrida.
Dr.Luiz Fernando Sola - Fisioterapeuta especialista em Podoposturologia, Posturologia, Palmilhas Posturais e Baropodometria
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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Você tem dor nas costas ? Tracionar e esticar a Coluna Vertebral funciona ?

Você é daqueles que já tentou vários tratamentos para dor nas costas e nada dá resultado. Chega ao ponto e desespero de se pendurar ou pedir para que alguém tracione sua coluna ? 

Cuidado ! Não se desespere ! O ITC Vertebral, clínica especializada em Coluna Vertebral,  é pioneira no Brasil a utilizar métodos de tratamento por descompressão sem cirurgia para quem tem Hérnia de Disco, Protrusão Discal, Estenose, Doença Degenerativa Facetária e Dor Ciática.  A clínica utiliza um equipamento de tração computadorizada desenvolvido nos EUA chamado TRITON DTS. Estudos clínicos indicam que a terapia por descompressão utilizando estes equipamento associada a outras técnicas,  tem tido uma resposta altamente eficaz para os pacientes que sofrem destas patologias. Não é qualquer dor nas costas que pode usar este recurso. No ITC Vertebral os pacientes recebem uma análise aprofundada para determinar se realmente eles se enquadram e se estão aptas a receber esta terapia de descompressão.  Utilizamos uma metodologia de tratamento quando este tem indicação chamado RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral) que é a aplicação de um protocolo de técnicas e métodos de descompressão e tração não agressivos como todos pensam. 
O diferencial deste programa está no uso da tecnologia para promover a descompressão lenta e gradativa das estruturas intervertebrais da coluna . Para isso, o tratamento envolve as modernas mesas de tração eletrônica e de flexão-descompressão (importadas dos Estados Unidos, com eficácia comprovada cientificamente).
De tão eficiente, o programa R.M.A da Coluna Vertebral oferecido pelo ITC Vertebral se expandiu e já realizou mais de 8 mil atendimento  nas principais Cidades do País e na Europa e vem  apresentado um impressionante resultado de 87%  das resoluções do problemas de coluna.



Procure  um ITC Vertebral mais próximo de você:
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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Especialistas afirmam que pisar errado gera desequilíbrio corporal e origina dores em diferentes partes do corpo

 Podoposturologia e Palmilha Postural corrigem e previnem alterações vinda dos pés
Todo ser humano tem um centro gravitacional de equilíbrio e estabilidade, sendo os pés a base de toda sustentação e alinhamento. Desde que começamos a andar, nossos pés sofrem alterações, visando o melhor equilíbrio, regulando e coordenando a postura estática e dinâmica e alinhando nossa estrutura esquelética por meio de tendões, articulações e músculos, passando pelo tornozelo, perna, joelhos, quadris, região lombar e cervico-dorsal.
Quando apresentamos desequilíbrio neste sistema postural, surgem dores, enrijecimentos, contraturas musculares, patologias de ordem postural e limitações nos movimentos. Com base nos princípios da neurofisiologia da postura humana surgiu um novo conceito terapêutico: a Podoposturologia, técnica de origem francesa que reeduca e realinha a estrutura do corpo através do uso de Palmilhas Posturais. Estas são confeccionadas após exame computadorizado dos pés chamado “Baropodometria” que analisa corretamente a maneira como você pisa, anda e qual o tipo de pé e postura. A partir deste estudo minuncioso o fisioterapeuta especialista em Podoposturologia identifica e corrige possíveis alteração da pisada usando estímulos podais, que são feitos de elementos confeccionados em EVA e espuma com densidades e espessuras diferentes, que dependendo do caso serão inseridos na palmilha. Estas são adaptada ao pé do paciente através do processo de termomoldagem, que favorece o maior contato da palmilha com os pés e facilita assim a captação dos estímulos pelo sistema nervoso.
A técnica corrige vícios posturais decorrentes dos desequilíbrios que comprometem a saúde tanto de atletas quanto de pessoas sedentárias. A novidade pode ajudar quem sofre com alterações posturais (principalmente a escoliose), diferença no tamanho das pernas, dores nas costas, quadril e/ou joelhos. Isso ocorre por conta de um distúrbio nos pés com alteração no tipo de pisada e consequente desequilíbrio postural. É recomendada também quando há dores e/ou alterações locais nos pés, como esporão de calcâneo, fascite plantar, joanete, calosidades, pé chato, neuroma de Morton e tendinite de calcâneo. A boa notícia é que a maioria dos pacientes com problemas posturais não precisa ficar a vida inteira usando a palmilha. "Há problemas que são solucionados entre 45 dias e seis meses, outros em um, dois ou três anos. Em apenas cerca de 30% dos casos, o uso de palmilhas é necessário de forma continuada", fala Luiz Fernando Sola , fisioterapeuta responsável pelo Núcleo de Estudo da Postura do Instituto Krion.
Quer saber mais ? Acesse.
Dr. Luiz Fernando Sola - Especialista em Podoposturologia / Baropodometria / Palmilhas Posturais

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Olha a Postura! Senta direito ! Qual é a Postura Ideal ?

É muito comum ouvirmos de nossos pais, amigos e professores que nossa postura está péssima. Quando o assunto é postura, já pensamos em posicionar os ombros para trás, coluna ereta, cabeça erguida, barriga murcha, olhar para frente, quadril encaixado, mas será que esta é a maneira correta de se posicionar ? Então qual é a postura ideal ? Podemos definir postura como um conjunto de estruturas chamadas de cadeias musculares, articulares e esqueléticas, que funcionam de maneira organizada e harmônica. Para que o corpo humano funcione totalmente equilibrado e com uma postura correta, há uma necessidade que suas estruturas ósseas, músculos e ligamentos, trabalhem de forma equilibrada. Este equilíbrio é constituído pela estruturação e alinhamento dos pés, joelhos, quadril, coluna lombar, cervical, cabeça e braços. Cada pessoa já nasce com uma característica de tipologia de postura própria e com o tempo, pode sofrer modificações por vários motivos que veremos mais adiante. Também a aquelas que por motivos congênitos e hereditários já nascem com uma predisposição á um problema postural mais grave. Segundo alguns estudos, a boa postura também está relacionada com o estado psico-morfo-comportamental do indivíduo, quer dizer, dependendo da atitude, gestos, personalidade e comportamento, o ser humano pode adquirir uma postura fechada ou aberta. Diferentes atitudes posturais levam a diferentes atitudes comportamentais ou vice versa.  Existem fatores que afetam uma boa postura como nível de sedentarismo, agressão externa (trauma, fraturas) ou interna (psicológicas, doenças, depressão). Qualquer uma destas agressões que o nosso corpo venha a sofrer podem ocorrer mudanças na nossa estrutura corporal, levando a um desalinhamento corporal. O mau equilíbrio das cadeias musculares e articulares leva a importantes modificações no estado articular, muscular, visceral, respiratório e oclusal.  Estes tipos de situações entre outras, traz certo desconforto, pois começa a refletir no nosso desempenho profissional, emocional e físico, trazendo riscos a nossa saúde sem que percebamos. Sabemos que com o passar do tempo nosso corpo tende a se manifestar pelo mau uso e pelas posturas inadequadas usadas. Movimentos desarmônicos começam a tomar conta de você, por desleixo ou preguiça, trazendo consequências como: dores, cansaço, mal estar, desconforto, exaurindo toda nossa energia para atividades de maior prazer.
 Hoje sabemos que não existe uma postura perfeita e sim uma postura próxima do normal, a qual é uma postura tranquila sem esforço e deve ser realizada com o ombros relaxados e em  hipótese nenhuma posicionado para trás como nossos pais ensinam. Hoje temos técnicas e métodos posturais que ensinam como chegar numa postura ideal.  A cabeça deve estar em alto crescimento, sempre para o alto com se tivesse um fiozinho puxando para cima.  O seu abdome deve estar levemente sugado para dentro, como se estivesse colocando seu umbigo em direção as costas. O seu bumbum deve estar relaxado e o quadril só pode estar encaixado para dentro em determinadas situações.
Está com dificuldades em melhorar ou corrigir sua  postura ? Procure um profissional especializado. Faça um Check-up Postural.
Quer saber mais acesse nosso blog – www.check-up-postural.blogspot.com
Luiz Fernando Sola
Responsável pelo ITC Vertebral e pelo Núcleo de Estudos da Postura e Pés do Instituto Krion.



quinta-feira, 5 de junho de 2014

Tendência mundial no tratamento da dor lombar e ciática.

O desenvolvimento da fisioterapia tem ajudado muito os pacientes portadores de doenças da coluna vertebral. Estudos baseados em evidência mostram que dentre as técnicas existentes, não existe uma técnica ideal para todos os pacientes. A classificação destes pacientes em subgrupos baseada no tratamento é considerada uma tendência mundial no tratamento da dor lombar e ciática. 
Este sistema de classificação tem forte embasamento científico e visa identificar as similaridades clínicas que determinam o ingresso do paciente em diferentes subgrupos. Há 4 subgrupos propostos, cada um nomeado de acordo com a intervenção, a qual, o paciente está mais propenso a responder satisfatoriamente. Os subgrupos incluem: Manipulação, Estabilização, Exercício Terapêutico Específico e Tração. Um exame criterioso é realizado a fim de obter as informações necessárias que possibilitem a inclusão do paciente em um destes subgrupos. Após uma anamnese cuidadosa, segue um exame físico onde os sintomas são monitorados durante testes que envolvem movimento único ou repetitivos e posturas sustentadas. Adicionalmente, são usados testes que avaliam a qualidade e magnitude dos movimentos do tronco, sintomas e avaliação do movimento intervertebral e triagem neurológica. Um algoritmo de tomada de decisão baseado na anamnese e exame físico é usado para facilitar a classificação. Após esta classificação, o paciente é orientado a seguir uma técnica de tratamento específico. Esta avaliação especializada é muito importante para o resultado do tratamento. Esta metodologia de tratamento por Subgrupos é o que utilizamos aqui no ITC Vertebral Sorocaba,  lembrando que este sistema esta sendo preconizado em nível mundial e o ITC Vertebral faz uso com excelência.

www.itcvertebral.com.br / www.herniadedisco.com.br
Dr. Luiz Fernando Sola

terça-feira, 11 de março de 2014

Porquê minhas dores nas costas não melhoram ?

Hoje em dia existe um arsenal de métodos e técnicas de tratamento para patologias da coluna. Às vezes opta-se pelo controle da dor por meio de medicamento, fisioterapia,  cirurgia - minimamente invasiva ou não,  métodos e técnicas posturais entre outros. Porém muitos não evoluem para uma melhora ou mesmo a cura do mesmo.  Às  vezes  há uma melhora do quadro , porém pode regredir. Então porquê  alguns tratamentos não dão certo ?
A resposta está na abordagem de como se deve classificar um paciente com dores originadas da coluna vertebral.

Este Sistema de Classificação em Subgrupos é hoje uma tendência mundial de como se deve abordar e tratar. Em Sorocaba este Sistema de Classificação vem sendo aplicado pelo Instituto Krion em parceria com o ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna).  Através de anos de estudo e pesquisas os nortes americanos chegaram à conclusão que se não houver um Sistema de Classificação em Subgrupos no tratamento de coluna, a chance de não dar certo aumenta. Este sistema de tratamento foi desenvolvido no começo dos anos 90 pelo Fisioterapeuta e Doutor Anthony Delitto, hoje chefe do Departamento de Fisioterapia da Universidade de Pittsburgh nos USA.  Trata-se de um Sistema que pode ser definido resumidamente com uma abordagem de como se deve tratar um problema de coluna, seja ele agudo ou crônico.  Após identificação do diagnóstico feita pelo médico que pode ser uma Hérnia de Disco, protrusão discal, artrose de coluna, dor no nervo ciático entre outras patologias da coluna, é dever do fisioterapeuta na hora de tratar ou reabilitar, classificar sua dor e aplicar corretamente todo o arsenal de técnica e métodos terapêuticos que temos para total eficiência na resolução do problema. Nesta abordagem explica o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola, o profissional faz uso de uma avaliação minuciosa para identificar qual o tratamento fisioterápico adequado de acordo a funcionalidade da coluna vertebral, sinais e sintomas que, se presente, podem ser classificados e aplicando corretamente as técnicas adequadas de acordo  com os  grupos de tratamento estabelecidos pelo sistema. A vantagem de o paciente ser submetido a este tipo de abordagem é que suas chances de melhora são extremamente significativas, aumentando a possibilidade de cura, pois hoje existem tratamentos que são aplicados no momento errado explica o fisioterapeuta Luiz Sola. Quanto mais critérios forem identificados na avaliação, mais precisa será a classificação do paciente no Sistema de Subgrupos.No sistema de classificação, o objetivo é classificar o paciente em quatro subgrupos distintos. Manipulação da Coluna Vertebral “ técnicas realizadas com as mãos para devolver o alinhamento e funcionalidade da coluna”, Estabilização Segmentar da Coluna Vertebral “exercícios específicos para reeducar e fortalecer os músculos profundos da coluna”, Movimentos Específicos “técnicas para relaxar e melhorar mobilidade das articulações, músculos e ligamentos da coluna” , Tração Computadorizada “uso de aparelhos de alta tecnologia e  precisão, utilizados para  descomprimir estruturas que estejam comprimindo os discos vertebrais ou nervos da coluna”.  O tratamento é direcionado de acordo com a classificação dos subgrupos. Por exemplo, quando o paciente é classificado no subgrupo manipulação, ele receberá técnicas de manipulação vertebral para a coluna. Quando o paciente é classificado no subgrupo de estabilização, será tratado com exercícios de estabilização vertebral e assim por diante sendo eles isolados e ou todos ao mesmo tempo dependendo da subclassificação. Para cada subgrupo existe um protocolo de tratamento baseado em evidências científicas que deve ser considerado. O tempo do tratamento depende muito do caso. Certos grupos podem ter uma resposta imediata ao tratamento, enquanto outros podem demorar algumas semanas para ou meses para melhorar.
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

É possível conviver com a Hérnia de Disco sem cirurgia ?

Para entender o que acontece no caso da hérnia de disco, é preciso saber que a coluna é formada por articulações compostas pelas vértebras e por discos intervertebrais que se localizam entre elas. Estes discos são formados por um anel fibroso e um núcleo gelatinoso chamado de núcleo pulposo . O disco intervertebral, principalmente o seu núcleo, comporta-se como um amortecedor, absorvendo os impactos sofridos pela coluna, como os da corrida, por exemplo, cada vez que os pés tocam no solo. Ele é responsável pela sustentação do peso do próprio corpo e dos movimentos de inclinação e rotação da coluna, mantendo a estabilidade da região.


A hérnia de disco acontece quando, por aumento das forças exercidas no núcleo pulposo, esse se desloca e rompe o anel fibroso, indo em direção ao canal medular ou em direção aos espaços por onde passam as raízes nervosas, gerando compressão destas estruturas . Ou seja, o material gelatinoso do núcleo sai do centro do disco e ocupa os espaços das estruturas adjacentes, comprimindo-as. Quando o núcleo pulposo apenas se desloca sem romper o anel fibroso, empurrando-o contra as estruturas ao redor, chamamos de protrusão discal. Neste caso, o material gelatinoso não extravasa, apenas empurra o anel fibroso, causando uma compressão mais leve.
Existe tratamento para descompressão deste disco sem cirurgia ?
Em primeiro lugar para um tratamento dar certo devemos  entender que toda hérnia de disco deve ter uma causa. Muitas pessoas trabalham com peso, são sedentárias, praticam atividades físicas, estão com sobre peso e não tem hérnia. Então porquê certas pessoas apresentam esta patologia ? A resposta está na funcionalidade do corpo numa globalidade. Certos pacientes tem predisposição genética herdada dos pais, outras tem alterações na funcionalidade  e mobilidade da estrutura do quadril e  da coluna vertebral. Procuramos avaliar e descobrir porquê algumas colunas tem probabilidade de desenvolver hérnia de disco. Em cima dos resultados tratamos a causa e as dores provocadas por ela. É importante entender que todas as articulações da coluna vertebral devem ter movimento, pois dessa maneira os discos intervertebrais podem receber "alimento". A maior parte do suplemento sanguíneo (oxigênio e nutrientes) chegam ao disco intervertebral através do movimento quando o indivíduo tem mais de 25 anos. Quando o movimento é perdido ou diminuído em qualquer parte da coluna, o suplemento sanguíneo também diminui e com isso inicia-se um processo de degeneração. Com o passar do tempo, se o movimento não é restabelecido na articulação, os músculos ao redor dela começam a se encurtar, perdendo a flexibilidade. Com isso, o espaço entre uma vértebra e outra, destinado aos nervos, começa a diminuir, comprometendo o impulso nervoso. Além disso, o disco intervertebral diminui de espessura como resultado da diminuição do aporte de alimento e oxigênio e pelo fato de que o peso não é mais absorvido e distribuído igualmente pela falta de movimento na articulação. Isso faz com que o anel fibroso fique vulnerável a rupturas, permitindo a formação da hérnia de disco. Hoje existem uma gama de tratamentos, alguns optam pelo controle da dor por meio de medicamento principalmente na fase aguda, depois vem a fisioterapia ou cirurgia - minimamente invasiva ou não. Porém, muitos concordam que em boa parte destes casos são tratáveis e a cirurgia é em último caso. Hoje temos uma  linha de pensamento que toda hérnia de disco é causado por um desarranjo na funcionalidade da articulação da coluna. Ela  deve ser tratado por métodos e técnicas de mobilização, descompressão e estabilização da região afetada. Nos casos mais graves e crônicos da coluna como as Hérnias de Discos e as protrusões discais, onde a dor está presente a mais de 3 meses, usamos um método de tratamento chamado RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral) onde utilizamos  um protocolo de tratamento utilizando modernos equipamentos importados dos USA como a Tração Computadorizada  Eletrônica,  Mesa de Descompressão Dinâmica da Coluna Vertebral. 

O diferencial deste programa está no uso de tecnologia. Utilizamos  mesa de tração chamada TRITON DTS. Este equipamento apresenta a biotecnologia mais avançada do mundo na área da reabilitação de coluna, pois garante uma progressão segura, suave, confortável e precisa durante todo o processo de descompressão dos tecidos que envolve a coluna e que estão  pressionando o nervo. Este equipamento permite que o fisioterapeuta realize e ajuste as variáveis como velocidade, intensidade e tipo de descompressão (estática ou intermitente), que dependem de cada paciente e da patologia a ser tratada. Os pacientes recebem uma análise aprofundada para determinar se realmente ela se enquadra e, se estão aptas a receber esta terapia de descompressão. Este método de descompressão e tração não são agressivos como todos pensam. Além dos equipamentos, utilizamos técnicas e métodos manuais de manipulação e mobilização, que serão utilizados no momento certo. Exercícios específicos de estabilização segmentar da coluna serão aplicados de acordo com cada patologia para que não haja recidiva do problema.

Luiz Fernando Sola
Fisioterapeuta responsável pelo ITC Vertebral e pelo Núcleo de Estudo da Postura do Instituto Krion.
www.itcvertebral.com.br /  www.institutokrion.com.br

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

 Dor nas costas ! Já ouviu falar da Síndrome Facetária ?

A Síndrome Facetária é uma causa comum de dor na coluna. 
A Coluna vertebral humana é composta de 24 vértebras e estas vértebras estão ligadas por articulações. Assim, cada uma das vértebras da coluna vertebral humana está rodeada por duas articulações. A junção da faceta tem duas superfícies de osso. 

Cada junção da faceta está rodeado por um grupo de espessura ou cápsula de ligamentos e é lubrificada por fluido sinovial e uma camada de cartilagem lisa está presente entre duas articulações. Como qualquer outra articulação do corpo, um problema em uma faceta articular pode causar dor e desconforto.
As facetas articulares são as articulações entre as vértebras da coluna. Elas são como qualquer outra articulação do corpo, como, por exemplo, o joelho ou o ombro, e são capazes permitir os movimentos de dobrar e torcer realizados pela coluna.
A articulação facetaria, contém cartilagem e cápsula articular. Por ter esta composição, sofre degeneração e pode levar a um processo inflamatório doloroso. 
Quando comprometidas as facetas gera uma limitação de movimentos matinais ( rigidez matinal), dor ao se iniciar algum movimento após um período parado, crises agudas, relacionada a algum movimento súbito, desconforto quando em ortostatismo prolongado ( em pé por muito tempo). A dor muitas vezes é bem localizada na lombar e, diferentemente da dor e da dormência causadas por uma hérnia de disco ou ciática, não costuma irradiar-se até as nádegas ou ao longo das pernas.

Conheça nosso tratamento para Síndrome Facetária.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Hérnia de Disco e Dor Ciática -Tratamento por descompressão pode ser a solução

A expressão dor no nervo ciático “ciatalgia” é normalmente usada para descrever uma dor que se propaga geralmente em uma perna quando este está sendo comprimido ou pinçado. Em adição à dor, pode haver formigamento, falta de sensibilidade e evoluir para dificuldade de movimentação e controle da perna. Pode ser sutil, aguda, como uma queimação ou acompanhada por choques intermitentes. Este incômodo doloroso pode iniciar na região lombar, passar pela nádega e ir para região lateral da perna e pé. Embora relatada geralmente como uma doença, na verdade a dor ciática é um sintoma, na maioria dos casos, ocasionado por uma hérnia de disco ou protrusão discal. A hérnia de disco  acontece , quando o disco que está localizada entre as vértebras da coluna,  migra de seu local, centro, para a periferia, em direção ao canal medular ou para os espaços por onde saem as raízes nervosas, levando a compressão das raízes nervosas que chamamos de nervo.  Acontece tanto na região lombar como na cervical também. Isso pode gerar dor no local, com irradiação no trajeto da estrutura nervosa que percorre em direção aos membros inferiores ou superiores. A dor pode ser intensa e é sentida em atividades bem simples, como ficar de pé, andar, exercer as atividades de trabalho e de vida diária e até mesmo pequenos esforços, como espirrar. Várias são as opções de tratamento para a hérnia de disco e a dor  ciática. Alguns optam pelo controle da dor por meio de medicamentos,  fisioterapia ou cirurgias - minimamente invasivas ou não, outros optam pelo tratamento por descompressão do  nervo sem cirurgia. Porém, muitos concordam que em boa parte destes casos são tratáveis e a cirurgia é em último caso. Pesquisas realizadas nos EUA mostram que técnicas de tração, descompressão dinâmica e estabilização, vêm sendo usadas com sucesso durante anos no tratamento das discopatias da coluna vertebral como as hérnias de disco. 
O tratamento por descompressão sem cirurgia é indicada principalmente quando a dor não responde a outros tratamentos, relata o fisioterapeuta Luiz Fernando Sola do ITC Vertebral. Nesses casos, temos o cuidado de indicar um tratamento chamado RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral), que é a aplicação de um protocolo de técnicas e métodos de descompressão e tração, que não são agressivos como todos pensam. O diferencial deste programa está no uso de tecnologia. Utilizamos  mesa de tração chamada TRITON DTS. Este equipamento apresenta a biotecnologia mais avançada do mundo na área da reabilitação de coluna, pois garante uma progressão segura, suave, confortável e precisa durante todo o processo de descompressão dos tecidos que envolve a coluna e que estão  pressionando o nervo. Este equipamento permite que o fisioterapeuta realize e ajuste as variáveis como velocidade, intensidade e tipo de descompressão (estática ou intermitente), que dependem de cada paciente e da patologia a ser tratada. Os pacientes recebem uma análise aprofundada para determinar se realmente ela se enquadra e, se estão aptas a receber esta terapia de descompressão. Temos tido 80 % de melhora dos casos atendidos. O tempo do tratamento depende de vários fatores que serão analisados após avaliação criteriosa. Certos pacientes podem ter uma resposta imediata ao tratamento, enquanto outros podem demorar algumas semanas para ou meses para melhorar.
Conheça nosso tratamento e saiba o local mais próximo de você: www.itcvertebral.com.br

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Dor ciática

A ciática é o termo mais comum para designar uma dor ao longo do trajeto do nervo ciático (ciatalgia).
Grande parte da população já sentiu esta dor pelo menos uma vez na vida. Frequentemente, deparam-se com situações desesperantes ao fazerem um tratamento anti-inflamatório que não resulta, pelo menos a longo prazo. Isto porque tentam combater a inflamação do nervo, quando muitas vezes a sua causa permanece.
 
Apesar de ser muitas vezes compreendida como uma patologia, a ciatalgia é apenas um conjunto de sinais e sintomas que podem ter várias causas. Os sintomas podem incluir dor do tipo choque elétrico, dormência ou perda de força/controlo do membro.
Dependendo do fator que provoca a irritação do nervo ciático, estes sintomas podem surgir em qualquer zona do seu trajeto ou mesmo em toda a sua extensão, isto é:

- Emergência a nível da coluna lombar e do sacro;
- Passa pela zona dos glúteos e piramidal;
- Continua pela zona posterior da coxa;
- Divide-se ao nível da perna num ramo posterior ou outro ântero-lateral;
- Chega por fim ao pé.

Qualquer alteração musculosquelética no trajeto do nervo ciático pode provocar uma ciatalgia. Normalmente, existe uma irritação por compressão devido a alterações estruturais que vão comprimir o nervo. Encontrando a origem da compressão e tratando a disfunção, deixa de existir irritação do nervo e os sintomas desaparecem.

Uma das causas comuns é a hérnia discal ao nível L4-L5 ou L5-S1. A hérnia consiste numa descontinuidade do disco vertebral que provoca uma saída do líquido pulposo, normalmente contido no interior do disco, para o exterior. Dependendo da direção da saída do líquido, este pode comprimir a medula espinhal ou a raiz do nervo ciático e provocar uma ciatalgia.

 

No caso de uma protusão discal, não existe descontinuidade do disco, mas sim um deslocamento do mesmo que pode provocar o mesmo tipo de compressão.

As disfunções vertebrais vão alterar o seu posicionamento e mobilidade e podem constituir também uma causa de ciatalgia. Sendo que as raízes nervosas passam por entre as vértebras, qualquer alteração pode provocar uma compressão. O mesmo acontece em disfunções do sacro, por onde também passam raízes nervosas.

O nervo ciático está intimamente relacionado com os músculos ao longo do seu trajeto. As posturas adotadas, os hábitos diários, o exercício físico desadequado ou falta de alongamento podem provocar alterações nestes tecidos. Não esquecer que estes são igualmente influenciados por disfunções estruturais. Um dos músculos que afeta frequentemente este nervo é o músculo piramidal (na zona dos glúteos). Basta existir uma contratura neste músculo para o nervo ciático ficar comprometido.
Estes são alguns dos exemplos mais frequentes, embora o mesmo se aplique às outras estruturas por onde este nervo passa.

É sempre necessário fazer uma boa avaliação, descartar outras condicionantes e encontrar a origem do problema, de forma a obter resultados eficazes.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Como escolher o travesseiro ideal


Dores nas costas, na coluna e no pescoço podem ser sinais de que você está dormindo na posição incorreta ou que está com o travesseiro errado. Além de proporcionar uma ótima noite de sono, a escolha do modelo certo e o cuidado em verificar se ele não está velho ou deformado pode evitar insônia e, consequentemente, o risco de doenças. O travesseiro ideal deve manter a cabeça e o pescoço alinhados à coluna cervical, promovendo o relaxamento dos músculos do corpo. O travesseiro não deve fazer com o que o peso da cabeça force a coluna cervical nem a musculatura; precisa ser trocado, em média, a cada 2 anos e não deve ficar guardado em lugares pouco arejados. Sem falar na questão da limpeza, com o tempo o travesseiro acumula ácaros. Pelo menos uma vez por semana coloque o travesseiro no sol. Na hora de comprar escolha um travesseiro que proporcione alinhamento do corpo e maior conforto, o que fará com que você mude menos de posição durante a noite e evitará tensões e traumas na coluna. Uma dica na hora da compra é encostar o travesseiro na parede, posicionar a cabeça de lado sobre ele e verificar se ela forma um ângulo de 90 graus com o ombro. Sinta se a cabeça não está muito alta ou muito baixa e se o material do travesseiro proporciona conforto. Também é importante um colchão adequado. Um travesseiro firme num colchão mole, por exemplo, pode elevar muito a cabeça e afundar o corpo.
Esses cuidados básicos garantem sono de qualidade e ajudam a evitar dores na coluna. Fique atento!
Se você dorme de barriga para cima: Travesseiros baixos são mais indicados se preencherem o espaço entre a coluna cervical e a nuca, evitando a hiperflexão do pescoço. Os joelhos devem ficar semiflexionados com um travesseiro abaixo deles dando suporte, encaixando o quadril, e proporcionando maior relaxamento da região lombar.

Se você dorme de lado: Prefira travesseiros comuns, que formem o ângulo de 90 graus entre a cabeça e o ombro. A coluna deve estar alinhada com os braços abaixo do queixo e os joelhos dobrados, com um travesseiro entre eles. A posição de feto, porém, força uma flexão exagerada de toda coluna vertebral e não é recomendada.

Se você dorme de barriga para baixo: É a posição menos adequada, uma vez que provoca problemas lombares e força a torção do pescoço para um dos lados. Para quem não consegue se adaptar de outra forma, a indicação é um travesseiro baixo para a cervical e outro para ser colocado em baixo do quadril.
 
 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Como Tratar a Dor na Coluna Vertebral


Dores nas costas, torcicolos, inflamação nos nervos e músculos, lombalgia, protusão, problemas cervicais, lombares, hérnia de disco, espondilose, artrose. Pesquisas apontam que 80% da população apresentam ou apresentarão dor na coluna vertebral. A cada dia é desenvolvida uma infinidade de tratamentos que prometem solucionar ou, ao menos, amenizar o sofrimento dos pacientes, mas só depois de muita avaliação que os especialistas no assunto podem bater o martelo para a melhor terapia. Às vezes, opta-se pelo controle da dor por meio de medicamento, fisioterapia ou cirurgia - minimamente invasiva ou não. Porém, muitos concordam que em boa parte destes casos são tratáveis e a cirurgia é em último caso.Hoje temos várias linhas de tratamento com fins terapêuticos, corretivos e preventivos.Terapias que trabalhem o corpo de forma global surgem nos últimos anos. Muito deles buscam tratar a causa da dor como o RPG (Reeducação Postural Global) que trabalha as desarmonias do corpo através de exercícios posturais, a Osteopatia, que são pequenos ajustes realizados no corpo através de mobilizações e manipulações para corrigir as disfunções articulares responsáveis pela dor, a Podoposturologia que é o estudo dos pés em relação a postura, onde o fisioterapeuta de acordo com análise da pisada, tipo de pé e postura, confecciona uma Palmilha Postural de tratamento para normalizar as alterações encontradas na coluna, e ainda a Acupuntura que busca um efeito terapêutico através do uso de agulhas em diversos pontos do corpo, além de outros métodos que trabalham os desequilíbrios corporais. Em relação às atividades físicas voltada para coluna temos a Musculação direcionada, o Pilates que é um condicionamento físico e mental que trabalha a postura através de movimentos consciente e inteligentes. Para os casos mais graves e crônicos da coluna como as Hérnias de Discos, as protusões discais, onde a dor está presente a mais de 3 meses, existem mecanismos de tratamento como a Tração computadorizada eletrônica, Mesa de Descompressão Dinâmica que são aparelhos que buscam descomprimir os discos que provocam a dor na coluna e que pode irradiar para o glúteo e perna. Além disso há os exercícios específicos de estabilização, onde é utilizada um aparelho que facilita a execução e ativação dos músculos profundos da coluna, que são os grandes responsáveis por muita dores lombares e cervicais. Procure um profissional especializado e tire suas dúvidas para ver qual o tratamento mais indicado de acordo com seu problema.
Dr. Luiz Fernando Sola - Fisioterapeuta

terça-feira, 30 de julho de 2013

Dor Ciática e Hérnia de Disco - Como tratá-las por descompressão sem cirurgia.

Engana-se quem pensa que as temidas dores no nervo ciático são sintomas de velhice. Hoje em dia, cada vez mais jovens sofrem, graças, principalmente, aos maus hábitos rotineiros, como uma postura incorreta e a prática de esportes de maneira inadequada.
O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano, tendo o diâmetro aproximado de um dedo, mas a fama não vem de seu comprimento e sim da dor causada por ele quando pinçado. A expressão dor no nervo ciático “ciatalgia” é comumente usada para descrever uma dor que se propaga geralmente em uma perna quando este está sendo comprimido ou pinçado. Este pinçamento pode ter origem na coluna ou no músculo do bumbum chamado “piriforme”,  mas a mais comum e "verdadeira ciática" é causada pela compressão na raiz do nervo por uma hérnia, prortusão discal ou por um desalinhando da vértebra, que deve ser investigado para direcionar o tratamento.  O diagnóstico médico é muito importante para descartar qualquer outra possibilidade. A dor gerada pelo pinçamento do Nervo Ciático na região da coluna pode irradiar para o glúteo, região posterior da coxa e ir até a panturrilha e pé. Geralmente acomete só de um lado do membro inferior. Em adição à dor, pode haver formigamento, falta de sensibilidade e pode evoluir para dificuldade de movimentação e controle da perna. Pode ser sutil, aguda, como uma queimação ou acompanhada por choques intermitentes.
Hoje no mercado norte americano e no Brasil estão sendo utilizados como tratamento da coluna, os equipamentos de última geração chamados Triton DTS, que realiza a tração computadorizada da coluna lombar e cervical, e a Ergostyle Elevation que enfatiza a descompressão dinâmica da coluna vertebral.  Temos classificadas as dores ciáticas e indicado um tratamento chamado RMA (Reconstrução Músculo Articular da Coluna Vertebral), que é a aplicação de um protocolo de técnicas e métodos de descompressão e tração não agressivos como todos pensam. O diferencial deste programa está no uso desta tecnologia para promover a descompressão das estruturas que estão pinçando o nervo na coluna vertebral. Temos tido 80 % de melhora dos casos atendidos. Os pacientes recebem uma análise aprofundada para determinar se realmente ela se enquadra e se estão aptas a receber esta terapia de descompressão.
 
Luiz Fernando Sola – Fisioterapeuta ITC Vertebral Sorocaba -SP

Instituto Krion / ITC Vertebral
 
 
 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Tênis Spira usa tecnologia de amortecimento para previnir lesões nos joelho e coluna.

Comheça o Spira Stinger, da marca Norte-Americana Spira, grande fabricante do ramo do aço que resolveu investir nos calçados de alta performance.
Para absorver tanto impacto foi desenvolvido uma mola para distribuição de cargas . A tecnologia WaveSpring ® na sola oferece uma notável combinação de conforto, amortecimento e retorno de energia.
Duas molas no antepé e uma no calcanhar, de perfil baixo, leves, para maximizar amortecimento e resistência. A cada passo, a tecnologia de amortecimento entressola mecânico ajuda a absorver o choque e stress, e ajuda a reduzir as forças de impacto nestas estruturas.
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Todos os modelos de tênis tem a tecnologia wave spring de amortecimento.
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WaveSpring® retorna energia a cada passo.
Ao contrário das solas dos tenis tradicionais feitos principalmente de espumas, compostos de borracha ou polímeros, a tecnologia WaveSpring® retorna energia a cada passo. Testes realizados na Universidade de Michigan, relataram que de 87% - 96% da energia é devolvida a partir do ® WaveSpring. Esta é a maior pontuação de retorno de energia para qualquer material de entressola já testado .** Como o resultado, nossos tenis não só amortece, mas também retorna energia. Em um sentimento muito real, o WaveSpring permite reciclar a sua própria energia.
WaveSpring reduz as forças de impacto e evita lesões

Um dos benefícios notáveis da tecnologia WaveSpring é sua capacidade de reduzir o pico das forças de impacto em cerca de 20% em relação a materiais tradicionais de entressola. Quando envolvido em atividade de alto impacto, como correr ou saltar, onde o pico do impacto é 4-5 vezes o peso corporal, uma redução de 20% é bastante significativo. É como se uma pessoa pesa 90kg passasse a ter 72 kg para fins de determinação de estresse sobre o corpo. A redução do estresse por sua vez pode reduzir as lesões e permitir o rápido tempo de recuperação após atividade fisica intensa. Por exemplo, o maratonista de elite David Cheruiyot, ganhou três principais maratonas, Istambul, Singapura e Houston em um período de quatro meses. Ele credita seu desempenho aos tenis Spira.